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Os nomes foram André Villas-Boas, apontado como "novo Mourinho" pelo sucesso precoce no Porto e ida ao Chelsea, e Marcelo "El Loco" Bielsa. Mas ambos acabaram não dando certo.
"Ele (Villas-Boas) só não veio para o São Paulo porque exigia começar na pré-temporada. Eu queria um técnico diferente, pra frente, que criasse uma outra escola no Brasil. E aí eu fui parar no Osório", revelou Ataíde, ao canal no youtube do jornalista Jorge Nicola.
Após a saída de Osório, que aceitou o convite para treinar a seleção do México ainda em 2015, Ataíde partiu para outro estrangeiro.
"Ele (Osório) saiu e eu fui atrás do Bielsa. Fizemos um trabalho grande e ele estava disposto a vir para o São Paulo, tivemos várias reuniões. Ele fez uma análise e no entender dele o São Paulo não tinha elenco para disputar um campeonato de pontos corridos. Ele disse ‘eu topo se vocês me trouxerem três jogadores, eu não quero estrangeiro, quero jogador brasilero porque é o melhor que existe'. Mas a gente não tinha dinheiro. Entao ele falou não", explicou Ataíde.
Bielsa e o então vice-presidente do São Paulo acabaram formando uma amizade. O técnico vinha ao Brasil para ficar em um spa na serra gaúcha e até ajudou na busca daquele que viria a ser o próximo treinador, que acabou sendo o também argentino Edgardo Bauza.
"Ele me deu uma relação de técnicos, falou que tinha que procurar um técnico que seja ganhador, mas que não seja ofensivo", relembrou.
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