Além de avaliar o treinador, Kaká elogiou a escolha da diretoria, que bancou Diniz mesmo após um final de 2019 irregular no Campeonato Brasileiro.
LEIA TAMBÉM: Emprestado ao Portimonense, Junior Tavares diz "Tenho muito carinho pelo SP, se for para voltar, vou ficar feliz”
“Estou gostando bastante e gostei muito de terem mantido o Diniz. Isso é muito importante. Você termina o brasileiro e já vem questionamentos, num futebol extremamente imediatista como é hoje. Não, vamos manter, deixar ele continuar plantando porque a gente acredita que vai colher. E na hora que a gente já começava a colher alguns frutos, veio essa pausa, mas sem problemas. Os jogadores já estão entendendo, leva um tempo para processar essa filosofia, o jeito do treinador, mas estou gostando. Vai dar certo”, pontuou o ídolo são-paulino.
Kaká surgiu no Tricolor Paulista em 2001, como uma das grandes joias das categorias de base. Foram três anos no clube até ser vendido para o Milan e escrever história no futebol europeu, com direito a conquista do prêmio de melhor jogador do mundo.
Em 2014, Kaká retornou para o clube que o revelou e foi uma das peças chave na campanha do Brasileirão daquele ano. Sob o comando de Muricy Ramalho, o São Paulo acabou na segunda colocação, atrás do campeão Cruzeiro. O vice-campeonato deixou um gosto amargo para o ídolo tricolor.
“Eu não falo em frustração porque é muito forte. Mas fica uma sensação ruim. Dava para ter conseguido. A gente ganha do Cruzeiro em casa, jogo com estádio lotado, e o Cruzeiro faz uma temporada que não erra. Mas fica uma sensação de que foi por muito pouco. Ficar marcado ganhando um brasileiro não é seria mal”, falou.
Com as duas passagens pelo São Paulo, Kaká totalizou 155 jogos pelo clube, com 51 gols marcados. O único título pelo clube foi o Torneio Rio-São Paulo de 2001, em que o meia foi decisivo, marcando os dois gols da vitória na final contra o Botafogo.
São Paulo, Kaká, Elogios, Trabalho, Fernando Diniz, SPFC