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As próximas discussões vão girar em torno principalmente do protocolo médico a ser adotado em meio à pandemia do novo coronavírus e da questão contratual dos jogadores, já que a maioria dos clubes do interior tem grande parte do elenco em fim de contrato. Os assuntos foram debatidos previamente, mas ainda sem uma definição ou até mesmo aprofundamento.
O presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, permitiu mudanças na competição. Sistema e fórmula de disputa sequer entraram em pauta, ou seja, campeão e rebaixados serão definidos na bola.
A ideia inicial é que seja liberada a substituição de inscritos para aqueles clubes que comprovarem que perderam jogadores durante a paralisação.
- O prazo de registro vai ser alterado, as inscrições vão caminhar, mas dentro de um sentido de competitividade. Não é justo que um time agora, sem precisar repor, venha e contrate Pelé, Messi para as rodadas finais. Quem perder atletas, vai poder fazer a substituição na lista, mas apenas se for necessário um clube inscrever. Por exemplo: eu tenho 26 jogadores inscritos, os 26 saíram, eu vou ter 26 vagas para preencher novamente - disse o presidente da Inter de Limeira, Lucas D´Andrea.
Sobre as medidas que serão necessárias, Lucas D´Andrea citou a possibilidade de os elencos realizarem a preparação para o retorno dos jogos numa espécie de "retiro" e disse que o futebol paulista deve se espelhar em modelos europeus para definir o protocolo médico.
O Campeonato Paulista foi interrompido por causa da pandemia do coronavírus quando faltavam duas rodadas para o fim da fase de grupos e mais as quatro datas previstas para os mata-matas.
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