Os quatro grandes times de São Paulo têm conversado diariamente em busca de uma solução para a discussão de redução dos salários de seus atletas durante o período sem futebol. A ideia era chegar a um acordo coletivo, o que talvez diminuísse a irritação de seus atletas.
Nesta terça-feira, inclusive, deve ocorrer uma segunda videoconferência, que também contará com outros grandes clubes brasileiros e a CBF. A primeira serviu para definir que todos os integrantes da primeira divisão do Brasileiro dariam férias a seus atletas entre 1 e 21 de abril.
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Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Santos já sabem que terão de reduzir salários de seus atletas para sobreviverem durante a paralisação. “Talvez nem os 25% que o Atlético-MG definiu sejam suficientes, especialmente se os campeonatos ficarem três meses parados”, avalia o diretor financeiro de um dos quatro grandes.
Enquanto não chegam a um acordo com seus atletas, os dirigentes paulistas concentram esforços com seus patrocinadores. “A gente está assegurando que eles continuem conosco e, para isso, temos feito algumas concessões. Ou vamos aumentar o período de contrato ou faremos ações nas nossas redes sociais durante a pandemia para promover nossos parceiros”, explica.
O que está certo é a perda de receita com as placas de publicidade nos estádios. Corinthians, Palmeiras e São Paulo deixam de arrecadar, cada um, cerca de R$ 1 milhão. O Peixe tem uma redução um pouco menor.
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Os caras são uns lazarentos.
É uma situação totalmente diferente do trabalhador comum. Eles conseguem sobreviver fácil com 10% do que ganham sem abusar. Sem falar que se forem inteligentes tem uma reserva enorme.
25% de redução é uma merreca pra eles ficarem sem fazer nada durante sabe-se lá quanto tempo. Eles ficam postando videozinho de 15 segundos pra enganar que estão se cuidando e "trabalhando"...