O técnico queria uma equipe que não confundisse paciência com morosidade. E assim foi: o Tricolor foi paciente na saída de bola, dificultada pela marcação forte do Água Santa durante boa parte do primeiro tempo, e bastante intenso e criativo quando conseguia chegar ao "terço final". As chances apareceram em frequência maior do que a média da temporada passada.
O gol de Daniel Alves, o segundo da noite, foi jogada de treino: Tchê Tchê foi até a pequena área defensiva para receber o passe de Volpi, abriu com Léo (substituto de Reinaldo, liberado de última hora para acompanhar o nascimento da filha) e avançou para receber na intermediária. Com um passe, encontrou Daniel pronto para carregar a bola com seis companheiros correndo ao seu lado. A jogada terminou com sete são-paulinos contra quatro marcadores, o que facilitou a tabela do camisa 10 com Vitor Bueno e a conclusão em gol.
Vitor Bueno, aliás, começou 2020 como terminou 2019: sendo o principal jogador da equipe. Ele também foi fundamental no primeiro gol, logo aos cinco minutos. Saiu da esquerda e caiu pelo meio (algo que aconteceu diversas vezes, abrindo o corredor para Léo), girou em cima do marcador e acionou Pablo, que acertou um chute bonito da entrada da área.
O camisa 9, aliás, foi uma das boas novidades da estreia. A atuação dele foi bem diferente do que se viu na reta final da temporada passada. Além do gol, participou da maioria das jogadas ofensivas, inclusive com passes inteligentes, e se dedicou muito na marcação.
Hernanes também deu sinais de melhora, confirmando a impressão interna de que se apresentou melhor fisicamente após as férias. O Profeta apareceu pelo menos três vezes na área para finalizar, sendo duas muito perigosas no segundo tempo, e ainda deixou Helinho (novidade entre os titulares, que fez boas jogadas) na cara do goleiro com um passe inteligente. O camisa 15 demonstrou estar bem preparado para executar o que a cabeça manda, algo que estava difícil de ver.
Só a entrada de Pato como centroavante no segundo tempo é que não empolgou. Assim como nos treinos, o camisa 7 substituiu Helinho para jogar como centroavante, com Pablo (e depois Brenner) caindo pelo lado direito. Pato nunca escondeu que não gosta de atuar nessa função, mas Diniz está tentando convencê-lo de que ele pode se encaixar por ali. Falta cacoete para jogar de costas para os zagueiros, apesar de uma falta que ele sofreu após girar sobre dois marcadores - e bateu na barreira.
Domingo, às 16h, o São Paulo terá pela frente um teste mais forte: encara o Palmeiras em Araraquara.
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EVOLUIU SEM DÚVIDA. FEZ TABELAS E INFILTRAÇÕES. SÓ ACHO QUE PROCUROU JOGAR PELO MEIO UM POUCO DEMAIS E LEVOU 3 CONTRA ATAQUES EM MINORIA NA DEFESA. ESSE É UM DOS PROBLEMAS CRÔNICOS DOS TIMES DO DINIZ, SE FOSSE UM ADVERSÁRIO MELHOR, PODERIA COMPLICAR...
Bater em bebado é móle quero vê domingo, o time jogou bem, se jogar com essa vontade da pra bater de frente com 1ualquer um, porém tem que acertar mais a finalização
Confesso que não vi a maravilha que alguns estão pintando. Até mesmo pela ruindade do adversário. O que gostei muito ontem, foi que diversas vezes tínhamos 4, 5 jogadores na área para finalizar. Isso é vontade de fazer gol, algo q nos faltava. Lembro q os laterais olhavam pra cruzar a bola e sempre tinha um único coitado no meio de 3, 4 zagueiros la. Os atacantes preferiam ficar trocando passes de 2 metros ao invés de se aproximarem do gol.
Tche tchê jogou muito mano,na maioria as saidas de bola perfeitas,com calma e toques precisos,juanfran monstro,hernanes e vitor bueno tbm jogaram muito bem,parabéns time,vamos pegar mais ritmo e por a mao na taca pelo amor de Jeová
Nota 5.5 para todos os 3. Ja vitor bueno e helinho 7
O mais importante.... ganhamos e jogamos vem avante tricolor
gostei para o comesso mais prescisa evoluir bastante ainda
Quero ver domingo vamos ver se tá melhor mesmo é campo neutro não tem desculpa quero ver qual é a desculpa agora
Para mim os destaques foram:
Volpi: otimas defesas quando exigido.
Juanfran: aquela enfiada para a finalização do Hernanes é um recurso que poucos laterais tem no Brasil.
Tchê Tchê: o motor do time, quem crítica esse cara não entende a importância tática dele.
Pablo: nem foi o melhor jogo dele, mas fez gol e tirou a zica.