Desde que alguns torcedores entraram no CT da Barra Funda e hostilizaram Wesley, o jogador evitou dar entrevistas. Mas ele se manteve firme no propósito de se firmar na equipe. "Todo mundo está com muita vontade, o trabalho é diferente, e agora é tentar assimilar cada vez mais o que o professor quer passar para a gente poder seguir em frente", disse.
Um dos trunfos de Wesley é que ele pode atuar em diversas posições na equipe. "A função que mais gosto de jogar é como segundo volante, saindo para o jogo, mas onde o Rogério precisar vou procurar ajudar da melhor maneira possível. É importante ter essa versatilidade para quando precisar, em determinado jogo. Eu fico feliz e o importante é ter saúde para poder trabalhar."
Wesley confessa que não pensou em jogar a toalha após as pesadas críticas que sofreu. "Eu sempre tenho interesse porque jogar futebol é o que eu amo fazer, projetei isso para minha vida. Fico feliz de o professor poder contar comigo e vou procurar demonstrar da melhor maneira", comentou.
Mesmo depois de perder um pênalti na disputa com o River Plate, na Florida Cup, ele ganhou elogios do auxiliar Michael Beale. "Não fiquei rompendo, o mundo não vai acabar por isso, acho que a gente está ali para poder acertar, infelizmente aconteceu, paciência, mas conquistamos nosso primeiro objetivo lá. A gente sabe que tem muito ainda a conquistar, mas é começo de trabalho, estamos nos adaptando, daqui a pouco todo mundo estará ciente do que precisa fazer para ter sucesso lá na frente", concluiu.