Em reunião extraordinária realizada no Salão Nobre do Morumbi, os dois foram excluídos pelo voto dos Conselheiros que acatou o relatório do Comitê de Ética do Clube. Após ampla investigação, sua decisão foi sugerida em um relatório de 16 páginas. Os ‘condenados’ podem recorrer à Justiça, mas Ataíde Gil Guerreiro já adiantou que vai respeitar a decisão. Os ex cartolas não são mais conselheiros vitalícios, mas seguem como sócios do clube.
No total, 178 conselheiros estiveram presentes na reunião. No caso de Aidar, 142 votaram pela expulsão e 36 foram contrários. Em relação a Ataíde, 120 optaram pela exclusão, 56 não concordaram com o parecer e dois não votaram.

A negociação de Iago Maidana, a transferência fracassada de Rodrigo Caio e comissões pagas à empresa TML Foco no contrato com a Under Armour, fornecedora de material esportivo, são motivos de acusação a Aidar.
Já Ataíde foi julgado porque agrediu Aidar durante reunião em um restaurante de São Paulo, no ano passado, revoltado, segundo ele, com as irregularidades cometidas pelo ex-presidente. Na ocasião, ele era vice-presidente de futebol.

A reunião do Conselho começou com a leitura do parecer do Comitê de Ética do Clube.
Depois da leitura do parecer, que durou aproximadamente uma hora, o Comitê de Ética sugeriu as cassações dos mandatos de conselheiros vitalícios dos dois envolvidos. Na sequência, cada um teve 20 minutos para se defender. Enquanto Ataíde Gil Guerreiro foi passional e partiu para o ataque contra Carlos Miguel Aidar, o ex-presidente foi frio e, com muita calma sustentou suas razões.

Após um intervalo de dez minutos, iniciou-se a votação e depois foi realizada a apuração que determinou a expulsão da dupla do quadro de conselheiros vitalícios do clube.
Em sua opinião as punições foram satisfatórias?