Arouca, Borges e Dagoberto são os mais novos integrantes de uma longa lista de atletas que jogaram pelo São Paulo e entraram na Justiça contra o clube. O motivo: eles entendem que o Tricolor não repassou 15% do valor sobre o direito de arena.
Lenílson, Fabão, Josué, Lúcio, Joílson, Richarlyson, Edcarlos, Diego Tardelli, Ramalho, Alex Dias e Zé Luís também estão processando o Tricolor, com pedidos que chegam a ser assustadores. Richarlyson, por exemplo, entende ter direito a R$ 4 milhões, referentes aos cinco anos em que esteve no Morumbi. O departamento jurídico são-paulino, porém, já ganhou o processo movido pelo atleticano em primeira instância. E Richarlyson teve de desembolsar R$ 80 mil para recorrer.
Borges também acabou de ser derrotado, embora caiba recurso. “Posso garantir que temos ganhado mais processos do que perdido”, diz o advogado tricolor Carlos Ambiel. Hoje, Lenílson e Fabão são os mais próximos de vencer o clube — o meia pede R$ 1,1 milhão, enquanto o zagueiro exige R$ 1,5 milhão.
Tolerância zero
Os jogadores de mais nome do elenco tricolor já se encheram da concentração forçada em Cotia. A decisão de trancá-los no CT foi do presidente Juvenal Juvêncio, como castigo pela eliminação na Libertadores.

Amistoso bem-vindo
O Tricolor faturou R$ 500 mil, limpos, para enfrentar o Londrina na quarta-feira. Passagens, hospedagem e alimentação ficaram por conta dos organizadores do jogo.