A derrota para o Internacional no jogo de ida da semifinal da Libertadores pode complicar a vida do São Paulo na competição. Para conseguir chegar a decisão, o Tricolor terá de reverter a vantagem colorada, no Morumbi, na próxima quinta-feira.
O placar de 1 a 0 no Beira-Rio obriga o time de Ricardo Gomes a fazer dois gols de diferença para se classificar no tempo normal. Caso os donos da casa ganhem por 1 a 0, a vaga será decidida nos pênaltis. Qualquer outro resultado coloca o Inter na final.
Se o futebol apresentado em campo pelo São Paulo praticamente não dá esperanças ao torcedor, os supersticiosos podem se apegar ao histórico do clube na Libertadores. Em quatro oportunidades a equipe foi derrotada por 1 a 0 no confronto de ida de um mata-mata. E, em todas elas, o Tricolor pelo menos levou a disputa para os pênaltis.
A mais marcante foi a final de 1992, contra o Newell's Old Boys. Após ser derrotado pelo placar mínimo na Argentina, Raí marcou no Morumbi e o primeiro título do São Paulo foi conquistado nas penalidades. Dois anos depois, o filme se repetiu, mas o final foi triste para a torcida tricolor: derrota nos pênaltis para o Velez Sarsfield (ARG).
Veja como foi a vitória do Inter sobre o São Paulo por 1 a 0
Vídeo: Veja como foi a vitória do Inter sobre o São Paulo por 1 a 0
Mais recentemente, em 2006, a história do duelo com o Estudiantes (ARG) também foi semelhante. Na ocasião, Edcarlos garantiu no tempo normal e, nos pênaltis, o São Paulo conquistou a vaga para as semifinais. No ano de 2004, foi a vez do Rosário Central (ARG). Como o regulamento não beneficiava o gol fora de casa, o Tricolor bateu os argentinos por 2 a 1 no Morumbi e Rogério Ceni brilhou na disputa por pênaltis.
Pela quinta vez, o São Paulo se depara com essa situação adversa. Se a escrita continuar e a decisão for para os pênaltis, o torcedor não precisa buscar tão fundo na memória para ter esperanças de uma vitória. Nesta Libertadores, contra o Universitario (PER), o Tricolor se garantiu nas penalidades.
O placar de 1 a 0 no Beira-Rio obriga o time de Ricardo Gomes a fazer dois gols de diferença para se classificar no tempo normal. Caso os donos da casa ganhem por 1 a 0, a vaga será decidida nos pênaltis. Qualquer outro resultado coloca o Inter na final.
Se o futebol apresentado em campo pelo São Paulo praticamente não dá esperanças ao torcedor, os supersticiosos podem se apegar ao histórico do clube na Libertadores. Em quatro oportunidades a equipe foi derrotada por 1 a 0 no confronto de ida de um mata-mata. E, em todas elas, o Tricolor pelo menos levou a disputa para os pênaltis.
A mais marcante foi a final de 1992, contra o Newell's Old Boys. Após ser derrotado pelo placar mínimo na Argentina, Raí marcou no Morumbi e o primeiro título do São Paulo foi conquistado nas penalidades. Dois anos depois, o filme se repetiu, mas o final foi triste para a torcida tricolor: derrota nos pênaltis para o Velez Sarsfield (ARG).
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Mais recentemente, em 2006, a história do duelo com o Estudiantes (ARG) também foi semelhante. Na ocasião, Edcarlos garantiu no tempo normal e, nos pênaltis, o São Paulo conquistou a vaga para as semifinais. No ano de 2004, foi a vez do Rosário Central (ARG). Como o regulamento não beneficiava o gol fora de casa, o Tricolor bateu os argentinos por 2 a 1 no Morumbi e Rogério Ceni brilhou na disputa por pênaltis.
Pela quinta vez, o São Paulo se depara com essa situação adversa. Se a escrita continuar e a decisão for para os pênaltis, o torcedor não precisa buscar tão fundo na memória para ter esperanças de uma vitória. Nesta Libertadores, contra o Universitario (PER), o Tricolor se garantiu nas penalidades.
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