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A insegurança de Leco: uma análise da gestão

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A gestão Leco pode ser definida em uma palavra: insegurança.

O inseguro Leco assumiu a presidência e pegou o clube destroçado após gestão temerária do falecido presidente Juvenal Juvêncio e do mandato corrupto de Carlos Miguel Aidar, que resultou em renúncia, socos e uma grande perda de credibilidade do SPFC.

Com um clube em mãos com a imagem ferida e um futuro incerto, Leco resolveu apostar em uma gestão austera nos primeiros anos, seguindo o modelo que o Flamengo estava seguindo, para equilibrar as contas e poder trazer o São Paulo de volta as suas glórias.

Inseguro de sua vitória no pleito que acabara ocorrendo no fim de 2015, usou o ídolo Rogério Ceni como trunfo para sua candidatura, prometendo para este um time competitivo e a manutenção de jovens valores no clube. Para iniciar uma gestão cheia de erros, Leco resolveu vender algumas revelações da base e alguns bons jogadores para poder viabilizar o orçamento do São Paulo daquele ano, causando a eventual demissão de Rogério e sua cisma com o presidente, que surte efeitos até agora.

Sofrendo muito com críticas e a falta de gastos com o futebol do clube, muito devido ao modelo austero de gestão, sua insegurança o força à contratar escudos mais uma vez: Raí, Lugano e Ricardo Rocha. Apoiado em figuras de tamanho peso, a gestão destes ídolos inexperientes no comando de um clube e sua imagem já desgastada levaram o clube perto de um rebaixamento em 2017, que não aconteceu devido ao grande desempenho do salvador Hernanes em campo.

Em 2018, o Leco resolveu apostar em um modelo "barato e eficiente". Contratando jogadores renomados e experientes do futebol brasileiro ao invés de apostar em grandes nomes que viriam da gringa, trouxe Diego Souza, Nenê e Everton, que levariam o time à liderança temporária do campeonato. Grande parte desse resultado se devia ao bom trabalho de Diego Aguirre, ex-jogador do São Paulo e aposta de Lugano. Entretanto, apesar do bom trabalho, seguidas lesões e um elenco enxuto dariam ao time apenas a classificação para a pré-Libertadores. Mais uma vez (pasmem)inseguro, Leco junto com o inexperiente Raí resolveriam demitir Aguirre e iniciar um novo trabalho em 2019.

Nessa altura, a modelo econômico do clube estava mostrando resultados, e o São Paulo finalmente dava ares de recuperação financeira. Quem é tricolor deve se lembrar de notícias e artigos da época que mostravam a situação financeira como uma das mais estáveis do país, dando motivações para ter esperança no futuro. Todavia, também era o penúltimo ano da gestão Leco, uma gestão sem brilhos e sem títulos. Orgulhoso e inseguro, Leco não poderia sair do clube sem nenhum título. Resolveu abrir mão de todos os esforços financeiros anteriores e abriu os cofres do clube. Trouxe nomes de peso e um técnico renomado. Não era possível errar dessa vez: iriamos nos endividar novamente, mas Leco ouviria a torcida bradar seu nome, e sua insegurança como presidente seria coroada com um aguardado e sofrido título.

"Leco" engano. Cuca largaria o tricolor na mão no meio do ano, dizendo não ver evolução no time que montara. O mandato chegava no fim, e o desesperado Leco, que havia apostado tudo, sairia sem nem uma gestão econômica nem uma gestão vencedora. Apostando tudo em Raí, abriu mais uma vez os cofres e trouxe Daniel Alves. Desta vez, apesar do afogamento financeiro gerado, o inseguro acertou. Também resolveu se afastar, e deixou a gestão do futebol nas mãos de seu diretor e seu pássaro.

Assim, numa manobra rara em todo o futebol, o próprio elenco liderado por Dani Alves escolheria o técnico. É claro, diante de uma gestão tão insegura, cabia ao time tomar alguma decisão. Fernando Diniz era o nome. Um homem que, apesar de outras críticas que possam ser feitas, não pode ser chamado de inseguro. Quem diria que a melhor decisão de nosso inseguro presidente seria justamente não decidir.

Enfim, a gestão Leco foi incompetente, atrapalhada. Teve boas intenções, mas também foi orgulhosa. Se tivesse mantido a postura econômica exercida no início do mandato, talvez pudéssemos ter a casa arrumada e um potencial econômico semelhante ao Flamengo nas próximas gestões. Assim, errou muito, e acertou quando decidiu se abster. Se um título vier até o fim da temporada, seria um presente para Leco, que em toda sua insegurança poderia por um pouco de glória em seu mandato, considerado um dos piores da história do São Paulo Futebol Clube, apenas atrás de Aidar.
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Comentários (3)

09/12/2020 14:00:39 Sagawa

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