Mara Casares, que atuava como diretora feminina de cultura e eventos, e Douglas Schwartzmann, diretor-adjunto das categorias de base, foram apontados em investigações sobre a comercialização irregular de camarotes no estádio do Morumbis. Ambos pediram licença logo após a revelação do caso, mas seguiram oficialmente vinculados à diretoria até agora.
Segundo informações do Lance!, o presidente Harry Massis já trata a dupla como fora da gestão, aguardando apenas o anúncio oficial. O caso também corre na Justiça, com mandados de busca e apreensão cumpridos nas residências dos envolvidos pela Polícia Civil.
A crise expõe fragilidades na governança do São Paulo e reforça a necessidade de maior transparência administrativa. A saída definitiva de Casares e Schwartzmann deve abrir espaço para uma reorganização política interna. De acordo com a CNN Brasil, Massis pretende oficializar a destituição nos próximos dias, encerrando de vez a participação da dupla na diretoria tricolor.
Além disso, o episódio trouxe à tona disputas internas e pressões políticas. Schwartzmann, por exemplo, já havia sido citado em áudios sobre venda ilegal de camarotes e é considerado uma figura influente entre conselheiros do clube, o que aumenta a dimensão da crise.
A expectativa é que o Conselho de Ética do São Paulo também se manifeste sobre o caso, podendo aplicar punições adicionais. Enquanto isso, torcedores e conselheiros aguardam a definição de quem assumirá os cargos vagos na diretoria.
O desafio da gestão de Harry Massis será equilibrar a reconstrução institucional com a busca por resultados esportivos, em um ano que promete ser decisivo para o futuro do clube.
todos esses que roubaram São Paulo tem que meter na grade e devolver o dinheiro
Que os diretores, presidentes, e futuros presidentes tenham RESPONSABILIDADE FISCAL, para não transformar o SPFC em um futuro Cruzeiro. Não importa o tamanho da camisa, sem dinheiro, vamos virar um São Caetano.
Faz a limpa nesse clube Sr Miyagi.