O tempo é o senhor da razão - Olhem o que espera o Corinthians - O estádio nunca será deles
Fonte - Blog do Paulinho.
Publicamos, ontem, que a diretoria do Corinthians praticamente vendeu o clube para o Fundo de Investimento Imobiliário controlado pela Odebrecht.
http://blogdopaulinho.wordpress.com/2012/11/15/golpe-de-estadio-diretoria-vendeu-ate-a-marca-corinthians-para-a-odebrecht/
Durante 30 anos, não terá direito a receita oriundas de sua marca, além de bilheterias de estádio, publicidade, etc.
Terá ainda que arcar com as dívidas assumidas pela obra, podendo ainda perder tudo, se não quitar a dívida no prazo previsto.
Esse acordo, péssimo para o clube, foi costurado pela Odebrecht, assim que percebeu o inevitável calote.
Sem o negócio fosse defeito, Luis Paulo Rosenberg, Andres Sanches e Mario Gobbi aceitaram as condições.
O desespero era tão grande, que enganaram e ocultaram informações que obrigatoriamente deveriam ser fornecidas tanto ao Conselho Deliberativo quanto ao CORI.
Entre elas diversas alterações de contratos altamente prejudiciais ao Corinthians.
Diferentemente do que Andres Sanches havia anunciado no Conselho, de que o estádio seria somente administrado pelo Corinthians, foi criada uma empresa denominada “Arena Itaquera S/A”, com ínfimo capital social de R$ 1 mil.
A princípio em nome de duas pessoas inexpressivas, e desconhecidas no Corinthians, Maurício da Costa Ribeiro e Rodrigo Boccanera Gomes, aparentemente “alaranjadas”, depois com a adição da “Jequitibá Patrimonial S/A”, com capital inexpressivo de R$ 800, e a Odebrecht, que dispensa apresentações.
Estranha também o fato dessas mesmas duas pessoas fazerem parte tanto do Contrato Social da “Jequitibá”, tornando-se sócios de si mesmos, como também da empresa que administra o referido fundo, a BRL TRUST.
Assim como o fato de todos os envolvidos, empresas citadas e também os “alaranjados”, apresentarem o mesmo endereço, Rua Iguatemi, 151 – 19º andar.
Indício claríssimo de associação para finalidade que nada tem a ver com a transparência apregoada.
Nesse “fundo”, mesmo sem colocar dinheiro algum, a “Arena Itaquera S/A”, comandada pela Odebrecht, tem as denominadas “cotas sênior”, ou seja, dá as cartas.
A própria Odebrecht, sócia de si mesma, possui “cotas mezanino”, sobrando o “resto” para o Corinthians, as tais ínfimas e subservientes “cotas subordinadas junior”.
Ainda, pelo acordo firmado, o Corinthians, para usufruir de suas “cotas”, foi obrigado a ceder o “Fielzão” ao fundo dominado pela Odebrecht, sob as seguintes condições:
a) Direito de real uso do Terreno de Itaquera (CDRU);
b) Direito de Requerer os CIDs da Prefeitura (dinheiro público);
c) Direito de construir sob sua titularidade (estádio)
d) Direito do uso da MARCA, do NOME e do SÍMBOLO;
e) Direito do Contrato celebrado com a Odebrecht (isenções fiscais, estádio, etc.);
g) Obrigação contratual de mandar 90% dos seus jogos no “Fielzão”, abrindo mão para o fundo das receitas de bilheteria.
Não é preciso ser nenhum gênio para entender que o Corinthians foi utilizado politicamente por alguns e para enriquecimento próprio por outros.
A conta, altíssima, não apenas pela dívida que ficará posteriormente, impagável, mas pelo que deixará de arrecadar e terá ainda que repassar aos “aproveitadores”, são provas cabais da falta de interesse dessa gente em preservar os interesses do Corinthians.
De que adianta jogar num estádio, emprestar o nome, enriquecer terceiros e, no final, ter que devolver tudo com o rabinho nos meio das pernas ?
Resta saber o que poderá ser feito, se é que ainda existe alternativa, para amenizar o prejuízo a ser ocasionado ao clube nos próximos anos.
-
Art. 121 – O Corinthians poderá participar de empresas sempre com o intuito de aumentar suas receitas, devendo o Contrato Social ter sido previamente aprovado pelo CD (Conselho Deliberativo).
O texto acima, retirado do Estatuto do Corinthians, escancara as irregularidades cometidas pela diretoria alvinegra no intuito de enfiar goela abaixo dos Conselheiros um projeto de Estádio altamente lesivo ao clube.
A associação corinthiana com o tal Fundo de Investimentos gestor do “Fielzão” sequer foi debatida nas reuniões, quanto mais aprovada.
Seus termos eram desconhecidos até de alguns aliados da atual gestão, que se espantaram com as informações apuradas pela imprensa nos últimos dias.
Além de procurar minimizar os estragos, se é que ainda é possível, os conselheiros do Corinthians tem obrigação, nos próximos dias, de punir os responsáveis, não apenas pelo negócio, mas também por mais esse estupro ao Estatuto.
Sem contar as mentiras, tantas, registradas em Ata de reunião do CD, contatas pelo ex-presidente Andres Sanches, e que serão transcritas nesse espaço nos próximos dias.
Publicamos, ontem, que a diretoria do Corinthians praticamente vendeu o clube para o Fundo de Investimento Imobiliário controlado pela Odebrecht.
http://blogdopaulinho.wordpress.com/2012/11/15/golpe-de-estadio-diretoria-vendeu-ate-a-marca-corinthians-para-a-odebrecht/
Durante 30 anos, não terá direito a receita oriundas de sua marca, além de bilheterias de estádio, publicidade, etc.
Terá ainda que arcar com as dívidas assumidas pela obra, podendo ainda perder tudo, se não quitar a dívida no prazo previsto.
Esse acordo, péssimo para o clube, foi costurado pela Odebrecht, assim que percebeu o inevitável calote.
Sem o negócio fosse defeito, Luis Paulo Rosenberg, Andres Sanches e Mario Gobbi aceitaram as condições.
O desespero era tão grande, que enganaram e ocultaram informações que obrigatoriamente deveriam ser fornecidas tanto ao Conselho Deliberativo quanto ao CORI.
Entre elas diversas alterações de contratos altamente prejudiciais ao Corinthians.
Diferentemente do que Andres Sanches havia anunciado no Conselho, de que o estádio seria somente administrado pelo Corinthians, foi criada uma empresa denominada “Arena Itaquera S/A”, com ínfimo capital social de R$ 1 mil.
A princípio em nome de duas pessoas inexpressivas, e desconhecidas no Corinthians, Maurício da Costa Ribeiro e Rodrigo Boccanera Gomes, aparentemente “alaranjadas”, depois com a adição da “Jequitibá Patrimonial S/A”, com capital inexpressivo de R$ 800, e a Odebrecht, que dispensa apresentações.
Estranha também o fato dessas mesmas duas pessoas fazerem parte tanto do Contrato Social da “Jequitibá”, tornando-se sócios de si mesmos, como também da empresa que administra o referido fundo, a BRL TRUST.
Assim como o fato de todos os envolvidos, empresas citadas e também os “alaranjados”, apresentarem o mesmo endereço, Rua Iguatemi, 151 – 19º andar.
Indício claríssimo de associação para finalidade que nada tem a ver com a transparência apregoada.
Nesse “fundo”, mesmo sem colocar dinheiro algum, a “Arena Itaquera S/A”, comandada pela Odebrecht, tem as denominadas “cotas sênior”, ou seja, dá as cartas.
A própria Odebrecht, sócia de si mesma, possui “cotas mezanino”, sobrando o “resto” para o Corinthians, as tais ínfimas e subservientes “cotas subordinadas junior”.
Ainda, pelo acordo firmado, o Corinthians, para usufruir de suas “cotas”, foi obrigado a ceder o “Fielzão” ao fundo dominado pela Odebrecht, sob as seguintes condições:
a) Direito de real uso do Terreno de Itaquera (CDRU);
b) Direito de Requerer os CIDs da Prefeitura (dinheiro público);
c) Direito de construir sob sua titularidade (estádio)
d) Direito do uso da MARCA, do NOME e do SÍMBOLO;
e) Direito do Contrato celebrado com a Odebrecht (isenções fiscais, estádio, etc.);
g) Obrigação contratual de mandar 90% dos seus jogos no “Fielzão”, abrindo mão para o fundo das receitas de bilheteria.
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