Otimo texto do Rimoli, Chupa Oscar

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Cosme Rímoli

São Paulo quer provar que Oscar não é escravo
São Paulo vai apelar para José Maria Marin e à CBF. Quer provar que Oscar não é escravo. Só um jogador com contrato a cumprir…

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divulgacao342 São Paulo vai apelar para José Maria Marin e à CBF. Quer provar que Oscar não é escravo. Só um jogador com contrato a cumprir...
A obrigatoriedade da prestação de serviços a determinado empregador...

nos remete aos tempos de escravidão e servidão,

épocas incompatíveis com a existência do Direito do Trabalho,

nas quais não havia a subordinação jurídica daquele que trabalhava,

mas sim a sua sujeição pessoal.

Ora, a liberdade, em suas várias dimensões, é elemento indispensável ao Direito do Trabalho,

bem como a existência do trabalho livre é pressuposto histórico-material do surgimento do trabalho subordinado, e,

via de consequência, da relação empregatícia."

Este pedaço resume a sentença dada ontem pelo ministro do TST, Guilherme Caputo Bastos.

Ele concedeu habeas corpus para Oscar.

Pela decisão de Caputo Bastos, o meia pode jogar onde quiser.

Em Porto Alegre, ontem, enquanto assistia American Pie, o Retorno, Oscar comemorou.

Leu a mensagem inesperada no seu celular.

O recado acabou com sua aflição.

E com a raiva da péssima escolha cinematográfica.

A diretoria do Internacional comemorou.

Teria valido o lobby de deputados e senadores da bancada gaúcha em Brasília.

Sim, os políticos do Rio Grande do Sul se juntaram para liberar Oscar.

Adotaram a causa como um amor que esperam refletir nas eleições.

Os dirigente do Inter contam que Oscar já jogará o Grenal no domingo.

Será o reforço para ganhar o segundo turno do Campeonato Gaúcho.

E depois jogar contra o Fluminense no Rio, pela Libertadores.

A cúpula do São Paulo soube ontem da decisão de Caputo.

Além de ficar revoltada, promete reagir.

A principal alegação é que a alegação do ministro acaba com a legislação esportiva.

A partir de sua decisão, todos os jogadores do Brasil deixam de ter vínculo com seus clubes.

Por exemplo, Neymar poderia alegar que gostaria de jogar no Corinthians e deixar o Santos.

Ganso achar que fica melhor de vermelho e preto e ir para o Flamengo.

Lucas tentar entender o que é depressão e querer conhecer o Palmeiras.

Enfim, no entender da direção são paulina houve um enorme erro de avaliação.

E que um jogador de futebol quando não quer atuar pelo clube que assinou contrato tem de pagar.

Falar em escravidão é demagogia barata.

O que teria convencido Caputo foi saber que o Inter ofereceu dinheiro ao São Paulo.

Queria pagar R$ 7 milhões.

E o próprio Oscar oferecia R$ 2 milhões do seu bolso.

A direção paulista queria uma proposta de R$ 17 milhões para começar a conversar.

A negociação acabou.

Os dirigentes paulistas não vão enfrentar publicamente o ministro do TST.

Vão apelar para a força política que o clube ganhou com a saída de Teixeira.

Juvenal vai procurar José Maria Marin.

Quer o apoio da CBF nesta questão.

Oscar ainda está inscrito pelo São Paulo.

No Boletim Informativo Diário ele aparece como atleta do time do Morumbi.

Só poderá enfrentar o Grêmio e o Fluminense se o BID o apontar como jogador do Internacional.

É tudo o que o São Paulo pretende bloquear.

Juvenal vai cobrar Marin para que enfrente a decisão do TST.

O presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo del Nero prometeu apoiar o clube paulista.

Até por saber que o presidente da FGF, e rebelde, Francisco Novelletto ajudou o Inter.

"A reação será forte.

A legislação esportiva não pode acabar porque um ministro quer.

Não tem cabimento.

E a CBF será fundamental para mostrar que as coisas não são assim.

Não há escravo algum no futebol.

Há um um jogador que assinou contrato e não quer cumprir.

Só isso."

O advogado de Oscar, André Ribeiro, não comemorava.

Era até estranha sua postura ontem à noite.

Estava contido.

"A decisão do ministro é justa.

Estou feliz, lógico.

Mas sou assim, contido mesmo."

André sabe que nada está definido ainda.

E que o ministro Caputo não pode pisar na legislação esportiva.

O São Paulo vai reagir.

E tem como escudeiro o próprio presidente da CBF.

"A briga ainda não acabou", promete um dirigente de Juvenal.


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