A situação do técnico ficou bem delicada depois das eliminações na semifinal do Campeonato Paulista e das quartas de final da Copa do Brasil, quando foi criticado abertamente pelo meia-atacante Rivaldo e pelo presidente Juvenal Juvêncio.

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Rivaldo chegou a dizer que era uma "vergonha" a eliminação da equipe e disse ainda que foi "humilhado" por Carpegiani por não ter sido escalado contra o Avaí, em Florianópolis, na noite de quinta-feira.
"Não privo jogador de falar o que pensa. Todos os jogadores têm o direito de criticar, de manifestar opinião. Não me senti ofendido com nada que o Rivaldo falou. Talvez o presidente tenha se excedido quando disse que não podia haver convivência entre nós", afirmou o treinador, nesta segunda-feira.
Hoje foi o primeiro dia de treino desde a eliminação diante da equipe catarinense. Na sexta, parte da delegação voltou de Florianópolis. Carpegiani preferiu ir para Camboriu (SC).
"Não me sinto desamparado pela diretoria. Foi a primeira crise que tivemos em sete meses de trabalho. Fomos eliminados de uma competição que queríamos muito ganhar. Talvez tenha errado em não tre voltado com a delegação, tinha coisas para resolver em Camboriu na sexta. Talvez tenha me excedido ao falar do caráter de Rivaldo. Pedi desculpas a ele por isso. Mas não abro mão de escolher o jogador que eu quero, não abro mão de escalar o time", completou o treinador.
"O jogador tem que falar comigo, pois só eu posso resolver seu problema dentro de campo", finalizou.