No São Paulo, passagem de Baresi está próxima do final

Juvenal bancou treinador mesmo com Dorival Júnior e Luxemburgo no mercado, mas agora admite mudar comando ainda em 2010

Fonte IG Esportes - Levi Gui
A interinidade de Sérgio Baresi no comando do São Paulo começou da maneira típica. Ricardo Gomes ficou pouco mais de um ano à frente do time e, apesar de uma boa reação no Brasileirão 2009 e de chegar à semifinal da Libertadores em 2010, acabou dispensado pela diretoria, que apostou no novato vencedor pelas categorias de base do clube - em janeiro, Baresi conquistou a Copa São Paulo com o time sub-20.
O primeiro mês também não surpreendeu. Com o time passando pela “ressaca” da eliminação da Libertadores, a primeira vitória só veio no sexto jogo, depois de quatro empates e uma derrota. Depois disso, uma sequência de três vitórias consecutivas contra Atlético-GO, Atlético-MG e Flamengo chegou a dar impressão de que o trabalho de Baresi estava dando resultado.

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Mesmo com as saídas de Dorival Júnior do Santos e de Vanderlei Luxemburgo do Atlético-MG, a diretoria são-paulina bancou o interino no cargo. Mas as derrotas recentes para Goiás (3 a 0) e Grêmio (4 a 2) na última semana fizeram com que o discurso sobre a insistência no treinador interino finalmente mudassem de tom.
Na chegada do time a São Paulo depois da derrota em Porto Alegre, o presidente Juvenal Juvêncio reconheceu a insatisfação com os maus resultados, afirmou que está pensando na substituição de Baresi e indicou que um novo treinador deve ser contratado ainda para a reta final do Campeonato Brasileiro. “Eu acho que é pra esse ano [a chegada de um novo técnico]”, afirmou o dirigente.
O dia a dia no clube apresentou aos torcedores e à imprensa um técnico que estuda muito os adversários (criou a rotina de preparar DVDs sobre cada rival aos atletas), admite seus erros quando perde e jamais culpou a arbitragem por um resultado negativo. Mas que implantou um regime de mistério total, com dois treinos fechados por semana. E que, nos jogos, muitas vezes errou na escalação ou nas substituições.
Entre os atletas, pelo menos o discurso é de apoio total ao comandante. Suas práticas de treinamento modernas (e inusitadas), com três times e até cinco gols em campo, agradaram. Problemas de relacionamento, se existem, até agora não vieram a público. A única polêmica em quase 50 dias aconteceu no jogo contra o Atlético-GO, quando Rogério Ceni teria ordenado a entrada de Cléber Santana no time.
Todo esse apoio, contudo, não se transformou em vitórias. E é isso que deve fazer com que, em breve, um nome mais experiente passe a sentar no banco do São Paulo. “Eu vejo quanto ganham alguns técnicos por aí. O meu ganha R$ 10 mil. Está resolvendo o meu problema? Não está. Eu estou contente? Não estou. Os senhores [jornalistas] estão contentes? Não”, afirmou Juvenal Juvêncio antes de soltar uma de suas “pérolas”: “O futebol é feito do resultado. O resto é cantilena”.

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