A instabilidade política no São Paulo Futebol Clube ganhou um novo e explosivo capítulo nesta terça-feira (28). O conselheiro vitalício Carlos Henrique Sadi protocolou um pedido de afastamento liminar e expulsão do atual presidente, Harry Massis Júnior. O documento, encaminhado ao presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu Júnior, acusa o mandatário de gestão temerária e aponta graves irregularidades administrativas que podem anular atos recentes do clube.
Harry Massis, que assumiu a presidência de forma definitiva em janeiro de 2026 após o impeachment de Júlio Casares, vê agora sua própria legitimidade ser questionada. A representação de Sadi sustenta que o Conselho de Administração do São Paulo está operando em desacordo com o Estatuto Social, por não possuir o número mínimo de três conselheiros independentes em sua composição.
Os Pilares da Denúncia
O pedido de expulsão e afastamento baseia-se em três pontos críticos que prometem movimentar a Comissão de Ética do clube nos próximos dias:
Gestão Temerária: Sadi alega que as decisões financeiras e administrativas de Massis têm colocado em risco o patrimônio e a saúde econômica do São Paulo, que já lida com uma dívida próxima de R$ 1 bilhão.
Irregularidade Estatutária: A denúncia aponta que a falta de conselheiros independentes no Conselho de Administração "contamina" a validade jurídica de todas as decisões tomadas pelo colegiado, incluindo contratos e parcerias.
Anulação de Atos: O conselheiro solicita que todos os atos assinados pelo atual Conselho de Administração sejam declarados nulos, o que poderia gerar um vácuo jurídico em negociações em andamento.
O Rito Processual
Seguindo o protocolo estatutário do Tricolor, o presidente do Conselho Deliberativo enviará a denúncia para a Comissão de Ética. Este órgão será responsável por analisar as provas e emitir um parecer.
Análise Preliminar: A Comissão de Ética recomenda ou não a punição (que pode variar de suspensão à expulsão definitiva).
Votação no Plenário: Caso o parecer seja favorável à expulsão, o tema vai para votação no plenário do Conselho Deliberativo.
Votação Qualificada: Para que o presidente seja destituído e expulso, é necessária uma votação com quórum qualificado (geralmente 75% dos presentes).
Bastidores em Chamas
Harry Massis, de 80 anos, já havia declarado que não pretende concorrer à reeleição ao final de 2026, focando seu mandato na tentativa de sanear as dívidas e profissionalizar departamentos. No entanto, a pressão da oposição e de grupos insatisfeitos com a velocidade das mudanças e com a manutenção de velhas práticas políticas tem tornado sua permanência um desafio diário.
Este movimento de Carlos Henrique Sadi ocorre em um momento em que a torcida clama por resultados mais expressivos em campo sob o comando de Roger Machado. A crise institucional no MorumBIS, que já derrubou Casares há poucos meses, agora ameaça interromper precocemente o governo de transição de Massis.
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Presidente do São Paulo é alvo de pedido de expulsão por gestão temerária
O clima político no São Paulo FC esquentou com o pedido de expulsão do presidente Harry Massis Júnior. O conselheiro Carlos Henrique Sadi alega gestão temerária e irregularidades estatutárias no Conselho de Administração.
28 de Abril de 2026
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Ele é um laranja
tem que expulsar e chamar eleiçao urgente, esse senhor conseguiu piorar o que ja estava péssimo
achavam o casares ruim, mas esse harris consegue ser pior que leco e aidar somados...