Como o meio-campo do São Paulo virou o maior problema de Roger Machado

O meio-campo do São Paulo virou um quebra-cabeça para Roger Machado. Sem os titulares para o jogo contra o Juventude, o treinador busca alternativas entre jovens da base e renegados. Confira as opções e a provável escalação para a Copa do Brasil 2026.

O que era o ponto de equilíbrio do São Paulo no início da temporada tornou-se o epicentro de uma crise técnica. O setor de meio-campo, responsável pela melhor fase da equipe em 2026, foi dizimado por uma sequência de fatalidades e problemas físicos, deixando o técnico Roger Machado em uma encruzilhada às vésperas da estreia na Copa do Brasil.
Para o duelo decisivo contra o Juventude, nesta terça-feira (21), no MorumBIS, o treinador pode perder sua terceira peça fundamental no setor.
O Efeito Cascata no Departamento Médico
O planejamento do São Paulo ruiu com três baixas consecutivas e pesadas:
Pablo Maia: Fora por uma fratura na face sofrida durante treinamento.
Marcos Antônio: Baixa por seis semanas devido a uma lesão muscular na coxa direita.
Bobadilla: A nova dúvida. O volante foi diagnosticado com gastroenterocolite aguda e precisou ser hospitalizado, tornando-se incerteza para o jogo de amanhã.
As Opções: Entre o "Esquecido" e os "Crias"
Sem os donos da posição, Roger Machado terá que garimpar soluções em um elenco que apresenta pouca minutagem no setor defensivo do meio-campo:
Luan: É o nome com mais "casco", mas carrega um trauma recente. Sua única titularidade no ano foi na eliminação para o Palmeiras no Paulistão, jogo que culminou na demissão de Hernán Crespo.
Negrucci: Entrou no último jogo contra o Vasco e é a aposta da base. Atuou apenas duas vezes na temporada.
Djhordney: O destaque do Sub-20 corre por fora, assim como o volante Hugo, que ainda não estreou em 2026.
Cauly: A opção criativa. Embora seja meia ofensivo, pode ser recuado para atuar como segundo volante ao lado de Danielzinho, aumentando o poder de fogo, mas sacrificando a marcação.
Provável Escalação: Força Máxima Possível
Mesmo pressionado e com o setor central remendado, a diretoria banca Roger Machado, que deve levar a campo a seguinte formação:
Rafael; Lucas Ramon, Alan Franco, Sabino e Wendell (ou Enzo Díaz); Danielzinho, Bobadilla (ou Negrucci) e Luciano; Artur, Lucca e Calleri.
Análise: O Risco da Desorganização Tática
O grande desafio de Roger será manter a intensidade de marcação sem seus dois principais "cães de guarda" (Maia e Bobadilla). A entrada de um jogador sem ritmo, como Luan ou Negrucci, pode expor a defesa composta por Alan Franco e Sabino, especialmente nas transições rápidas que o Juventude costuma explorar.
A leitura de jogo de Roger Machado será testada no limite. Se optar por Cauly, o São Paulo terá um time técnico, mas vulnerável. Se optar por Luan, terá proteção, mas poderá sofrer com a lentidão na saída de bola.
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