A Ofensiva da BYD: O Salto Financeiro
Enquanto o "Bis" parece próximo do fim, a montadora BYD surge como a favorita para assumir a propriedade:
Valorização: A proposta da BYD chegaria a R$ 35 milhões por ano, um aumento de 40% em relação ao contrato atual.
Identidade: A empresa estaria disposta a adotar o nome "MorumBYD", mantendo a sonoridade que caiu no gosto da torcida e da imprensa, evitando um choque cultural na nomenclatura.
Projeto Centenário: O objetivo é assinar um contrato até 2030, garantindo visibilidade máxima para a marca no ano do centenário do São Paulo.
Próximos Passos e Impacto no Mercado
O São Paulo encerra esta terça-feira avaliando se aguarda uma contraproposta final da Mondelez ou se acelera os trâmites com os chineses:
Auditoria e Transparência: Após os recentes escândalos administrativos, o clube busca um contrato "blindado" juridicamente para evitar novas rescisões traumáticas.
Referência Nacional: Mesmo com a indefinição, os valores discutidos mantêm o São Paulo no topo do mercado de naming rights no Brasil, superando os ganhos anuais de Allianz Parque e Neo Química Arena.
Fator Torcida: A diretoria entende que a transição para um novo nome precisa ser orgânica. O "MorumBYD" é visto como a solução perfeita para manter a sinergia conquistada com o "MorumBIS".
O MorumBIS de 2026 pode estar em sua última temporada com o "S" no final. Se a intensidade das negociações com a BYD ganhar tração, o torcedor tricolor já pode começar a se acostumar com a ideia de que o futuro do estádio será elétrico. O foco agora é garantir que o próximo parceiro tenha o fôlego necessário para atravessar o portal do centenário tricolor com os cofres cheios.
