Dois pesos duas medidas? Por que o São Paulo banca a folga de Roger que derrubou Crespo
Entenda os bastidores da folga tripla no São Paulo. Veja as diferenças entre a gestão de Roger Machado e Hernán Crespo e o plano para a maratona de jogos.
24 de Março de 2026A diretoria liderada por Julio Casares e o gerente Rafinha baseia-se em dados de intensidade para validar a decisão de Roger. Enquanto Crespo deu folga após uma eliminação e com o calendário ainda permitindo respiros, a leitura de jogo atual aponta para um "deserto" de descanso nos próximos dois meses. Serão 18 partidas em 61 dias — uma média de um jogo a cada três dias até a parada para o Mundial. Sem esses três dias de "reset" agora, o risco de uma epidemia de lesões musculares em maio seria alarmante.
Comunicação vs. Isolamento
O ponto crucial que separa Roger de Crespo nos bastidores é a postura institucional:
Presença Antecipada: Enquanto Crespo viajou para a Argentina e só retornou com os atletas, Roger Machado cortou um dia de seu descanso pessoal. O técnico já estará no CT da Barra Funda nesta terça-feira, acompanhando os jogadores em recuperação, 24 horas antes do grupo principal.
Diálogo Constante: A alta cúpula tricolor afirma que Roger tem discutido o planejamento tático e logístico da Data FIFA por telefone e reuniões remotas durante o recesso. Com o ex-técnico argentino, o silêncio durante as folgas era visto como um distanciamento da realidade do clube.
O Planejamento para a Maratona
O São Paulo encerra esta terça-feira focado na organização tática que será testada ao limite em abril e maio:
Imersão no CT: A partir de quarta-feira (25), o grupo principal inicia treinos em dois períodos, focando na falta de gols das últimas rodadas.
Blindagem do Comandante: A diretoria usa os números da vice-liderança para mostrar que o trabalho está no trilho, apesar do tropeço no clássico.
Fisiologia em Pauta: O período de folga serviu para "limpar" o ácido lático e o cansaço mental dos atletas, preparando o terreno para a carga física pesada que virá na sequência.
A folga de Roger Machado não é um prêmio pela derrota, mas um investimento em longevidade para um elenco que terá que jogar como "máquina" nos próximos 60 dias. Se a intensidade tricolor atropelar o Internacional no Beira-Rio, a diretoria terá a prova definitiva de que a confiança no novo treinador foi a escolha certa. O São Paulo de 2026 prefere a ciência do repouso ao populismo do treino punitivo.
Comunicação vs. Isolamento
O ponto crucial que separa Roger de Crespo nos bastidores é a postura institucional:
Presença Antecipada: Enquanto Crespo viajou para a Argentina e só retornou com os atletas, Roger Machado cortou um dia de seu descanso pessoal. O técnico já estará no CT da Barra Funda nesta terça-feira, acompanhando os jogadores em recuperação, 24 horas antes do grupo principal.
Diálogo Constante: A alta cúpula tricolor afirma que Roger tem discutido o planejamento tático e logístico da Data FIFA por telefone e reuniões remotas durante o recesso. Com o ex-técnico argentino, o silêncio durante as folgas era visto como um distanciamento da realidade do clube.
O Planejamento para a Maratona
O São Paulo encerra esta terça-feira focado na organização tática que será testada ao limite em abril e maio:
Imersão no CT: A partir de quarta-feira (25), o grupo principal inicia treinos em dois períodos, focando na falta de gols das últimas rodadas.
Blindagem do Comandante: A diretoria usa os números da vice-liderança para mostrar que o trabalho está no trilho, apesar do tropeço no clássico.
Fisiologia em Pauta: O período de folga serviu para "limpar" o ácido lático e o cansaço mental dos atletas, preparando o terreno para a carga física pesada que virá na sequência.
A folga de Roger Machado não é um prêmio pela derrota, mas um investimento em longevidade para um elenco que terá que jogar como "máquina" nos próximos 60 dias. Se a intensidade tricolor atropelar o Internacional no Beira-Rio, a diretoria terá a prova definitiva de que a confiança no novo treinador foi a escolha certa. O São Paulo de 2026 prefere a ciência do repouso ao populismo do treino punitivo.
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a diferença de salário também é muito grande
Banca pq ele faz o que a diretoria mandar sem questionar!
Júlio Casares vai tomar no cuu