Rafinha comenta sobre pressão em inicio de trabalho de Roger Machado e banca técnico

Confira a defesa de Rafinha ao trabalho de Roger Machado no São Paulo. Veja os bastidores da crise e o planejamento do vice-líder para a retomada do Brasileirão.

Para Rafinha, a oscilação atual é um processo natural de transição. O gerente esportivo foi enfático ao dizer que mudanças de comando geram desconfiança, mas que a escolha por Roger Machado foi estratégica para elevar o nível da organização tática do clube. "Às vezes não é a pessoa que o torcedor desejava, mas temos ciclos que devem ser encerrados", pontuou o dirigente, indicando que a saída da comissão anterior era necessária. A diretoria entende que a leitura de jogo de Roger ainda não pôde ser plenamente aplicada devido à maratona de quatro jogos em sequência sem tempo para ajustes finos.

Vice-Liderança por Merecimento
Apesar das críticas externas, os números sustentam o otimismo da gestão:
Posição na Tabela: O São Paulo ocupa a 2ª colocação, o que, para Rafinha, prova a solidez do início de campeonato. "Não existe esse negócio de ilusão. Se estamos ali, merecemos", afirmou.
Jejum Ofensivo: O foco absoluto dos treinos desta semana será o ataque. A intensidade nas finalizações é a prioridade para quebrar a seca de gols que incomoda o torcedor.
Recuperação Física: O elenco terá dois dias de descanso antes de iniciar uma bateria de treinamentos em dois períodos, visando o duelo contra o Internacional em 1º de abril.

O Caminho para o Beira-Rio
O São Paulo encerra esta segunda-feira com um cronograma rígido para retomar o caminho das vitórias:
Imersão no SuperCT: Treinos táticos de quarta a domingo para "colocar a cara de Roger" no time, com ênfase em transição ofensiva.
Copa do Brasil no Radar: O sorteio definiu o Juventude como adversário na 5ª fase, um duelo que exigirá organização tática para evitar surpresas contra o ex-clube de Roger.
Fator Psicológico: Rafinha atua como o elo entre campo e diretoria para manter o ambiente tranquilo e blindar os atletas das vaias ouvidas após o Choque-Rei.
O São Paulo segue vice-líder, mas sabe que a margem de erro diminuiu. Se a intensidade prometida por Rafinha e Roger aparecer nos gramados de Porto Alegre, o Tricolor confirmará que o susto dos últimos jogos foi apenas um ajuste de percurso. A diretoria deu o aval; agora, cabe ao campo responder.
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Comentários

antônio pereira da silva silva
0 0
24/03/2026 20:11:26

Esse Rafinha era um mediocre lat direito que nao padsava do meio campo, so vivia no incentivo ao jogadores e agora comeca nova fase se apoiando em caras que nao lhe dara eztabilidade logo caira

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