O São Paulo enfrenta mais um revés significativo com a lesão de Lucas, que ficará fora dos gramados por um período entre seis a oito semanas devido a fraturas em duas costelas. O meia, que vinha se destacando na temporada com três gols e uma assistência em 16 partidas, novamente se torna um problema no Tricolor, após um 2025 repleto de lesões.
Lucas, que atuou como meia centralizado tanto sob a direção de Crespo quanto de Roger, deixa uma lacuna que será preenchida por Cauly, que já ocupou a posição em um jogo recente contra o Atlético-MG. Nesse confronto, Lucas foi poupado por desgaste, mas sua expectativa de atuar foi frustrada de forma dramática quando sofreu uma nova lesão devido a um choque infeliz em sua arrancada.
Após apenas 12 minutos em campo, o jogador teve que deixar o gramado em maca e foi encaminhado ao hospital para a realização de exames. A previsão mais otimista aponta que o atleta poderia retornar para o clássico contra o Corinthians, no dia 10 de maio, mas no pior cenário, Lucas perderia quase toda a sequência até a pausa para a Copa do Mundo.
Além disso, Lucas, cujo contrato se encerra ao final do ano, optou por adiar qualquer decisão sobre sua renovação até a interrupção do torneio de seleções, o que gera preocupações acerca de seu futuro no clube. A situação se agrava ao considerar sua árdua trajetória marcada por lesões na segunda passagem pelo São Paulo, que tiveram um impacto significativo em seu desempenho ao longo das temporadas.
Na última temporada, o meia também sofreu uma lesão no joelho que o afastou de 36 partidas, agravando-se em um momento decisivo da Libertadores. Com os desfalques se acumulando, o São Paulo enfrenta um novo desafio, pois se prepara para um clássico contra o Palmeiras, que é crucial não apenas para a rivalidade local, mas também para a disputa pela liderança do Campeonato Brasileiro.
Ambas as equipes chegam ao confronto com 16 pontos na tabela, mas a posição do São Paulo é inferior devido ao saldo de gols. O Tricolor terá que se organizar taticamente e ajustar a intensidade da equipe para manter sua competitividade diante da pressão. Este jogo poderá ser um divisor de águas na temporada, exigindo uma resposta enérgica do elenco sob a gestão de Roger Machado.
