Relato de advogada expõe tratamento em reunião e gera reação no ambiente político do São Paulo
Um relato publicado nas redes sociais pela advogada Amanda, personagem central no processo que viabilizou juridicamente a votação do impeachment no São Paulo, reacendeu tensões internas e levantou questionamentos sobre a condução política do clube sob a nova gestão. A declaração, amplamente compartilhada por torcedores e conselheiros, descreve a forma como ela teria sido tratada em uma reunião oficial com o atual presidente Harry Massis.
Relato aponta constrangimento e restrições em reunião
Segundo a própria advogada, durante uma reunião com integrantes da TTPDC, os participantes teriam sido obrigados a colocar os celulares dentro de sacos plásticos e desligá-los, sob questionamento direto se estariam utilizando escuta. No mesmo encontro, Amanda afirma ter ouvido do presidente que ela “não era são-paulina” por ter acionado o Ministério Público em questões envolvendo o clube.
A manifestação foi publicada em tom de desabafo e rapidamente repercutiu entre conselheiros, membros da oposição e torcedores que acompanharam de perto o processo político recente no São Paulo.
Atuação decisiva no processo de impeachment
A advogada Amanda ganhou projeção interna ao atuar diretamente na sustentação jurídica que possibilitou a realização da votação do impeachment, após obter uma liminar que garantiu a legalidade do processo. A decisão foi considerada determinante para que o Conselho Deliberativo pudesse deliberar sobre o afastamento do então presidente Julio Casares.
À época, a atuação foi vista por diferentes correntes políticas do clube como um marco institucional, ao permitir que o debate ocorresse dentro das regras estatutárias e sob supervisão judicial, evitando nulidades futuras.
Repercussão entre conselheiros e torcedores
O episódio relatado pela advogada gerou forte reação nas redes sociais. Conselheiros e perfis ligados à política interna do São Paulo classificaram o tratamento descrito como incompatível com a história institucional do clube e com o momento que se espera de reconstrução política após um período de crise.
Entre os questionamentos levantados está a forma como figuras técnicas e jurídicas, que atuaram dentro da legalidade, passam a ser tratadas após mudanças no comando do clube. Para integrantes do Conselho, o episódio amplia a preocupação com o ambiente de diálogo e com o respeito às divergências internas.
Silêncio oficial e ambiente de tensão
Até o momento, a presidência do São Paulo não se manifestou oficialmente sobre o teor do relato. Internamente, o episódio é visto como mais um sinal de que o clube ainda vive um período de transição sensível, em que as feridas do processo político recente seguem abertas.
Clube vive momento que exige estabilidade institucional
O São Paulo atravessa uma fase em que decisões políticas recentes ainda reverberam dentro e fora dos muros do Morumbi. Para além do futebol, episódios como o relatado reforçam a importância de uma condução que priorize diálogo, transparência e respeito às figuras que atuaram dentro da legalidade estatutária.

✨ pra quem perdeu…. Na reunião do MASSIS com nós da TTPCD, fomos obrigados a colocar o celular dentro do plástico e desligado do lado de fora. Questionaram se estávamos com escuta (TTPCD).
— Amanda 🇾🇪 (@__amandanc) February 14, 2026
Massis ainda disse que eu não era São Paulina porque coloquei o MP na cola do SPFC. ✨

Por quê retiraram as manifestações! Foi a mando da currióla que ainda permanece no SPFC?
Esse Massis fazia parte do grupo, que não é pequeno, do Casares, como também, entre outros, o Pimenta, cuja passado é suspeito e o Olten Aires. Eles não sabiam do que estava acontecendo? Suspeito que sim! A continuidade desse grupo preocupa!
Quem não deve não teme
O momento politico do tricolor é extremamente sensível, muitos se aproveitam, se isso realmente ocorreu, tem que ser feito algo urgentemente, tem que cobrar um posicionamento do atual presidente a respeito, fazer a aproximação deste com a dra.Amanda,afim de agilizar e efetivar as reivindicações dos pcds, entretanto, muita calma nessa hora, o que não foi feito em 20 anos, certamente não será feito em um mês, tem que ter bonsenso, pois, como vimos recentemente, na record, o presidente deposto pousar de vítima, inflizmente ainda temos muitos miomas nessa diretoria, mas, realmente o presidente e a doutora tem que se reunir, ser efetivado uma agenda na pratica para os pcds!!!!!
Estamos com você Amanda. Quando sentir dúvidas e suspeitas, pode acionar o MP. Você fez o bem para o Tricolor. A transparência tem que ser exposta por bem ou por mal. Parabéns, você nos representa. Massis, estamos esperando seu pedido de desculpas.
mais também está envolvido na trama de casares, ela fez um pedido há uma advocacia q trabalha no financeiro do clube, que escondesse umas transferências em sua conta, isso afirmo com certeza que aconteceu!
Tem mais gente pilantra que precisa sair
Acho correto recolher os celulares, pois temos vários exemplos de gravação com escuta. Haja vista no STF, onde o Min. Tófolli está sendo investido pelos seus próprios colegas desse procedimento.
Que continue assim investigações, e se houver mais culpados, até mesmo o atual presidente, que sejam punidos, e que dêem um jeito de tirar esses lixos da instituição SPFC.
O atual presidente do São Paulo não gostou da atitude da Advogada Amanda Nunes, agora pergunto, ELE, está de acordo com o que aconteceu na presidência de Casares, a roubalheira então deveria continuar?
Agora que entregaram uma cabeça ''''Casares'''' pra torcida. Querem se blindar, o ministério público tem que continuar as investigações sim. A sujeira ainda não acabou.
QUE ABSURDO, ACHO QUE EU NEM ENTRARIA NA REUNIÃO E ME SENTIRIA OFENDIDA
A limpeza só está no começo... Tem muita sujeira para tirar debaixo do tapete....