O presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos, voltou ao centro das atenções — desta vez fora dos gramados. O dirigente, que recentemente foi alvo de críticas após rir ao comentar um pênalti não marcado para o São Paulo, agora é investigado pela Polícia Civil por suspeita de evolução patrimonial considerada “vultuosa e desprovida de lastro”, segundo informações divulgadas pelo jornalista Rodrigo Capelo, do Estadão.
O inquérito foi instaurado pelo 23º Distrito Policial de Perdizes, em 23 de janeiro, e tem como base notícia de fato criminal apresentada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Os promotores apontam indícios que, em tese, podem configurar crimes como lavagem de dinheiro, infrações contra a ordem tributária e gestão fraudulenta.
De acordo com o despacho do MP, os fatos narrados envolvem uma evolução patrimonial expressiva durante o período em que o dirigente esteve à frente da entidade, o que levantou questionamentos sobre a origem dos recursos. A investigação agora está sob responsabilidade do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), que realiza diligências para confrontar dados financeiros com o patrimônio declarado.
Procurado pela reportagem, o presidente da FPF afirmou que não foi notificado sobre qualquer inquérito e declarou desconhecer a existência da investigação.
O caso ganha ainda mais repercussão no momento em que a Federação se aproxima do processo eleitoral, marcado para 25 de março, quando será escolhido o presidente para o próximo ciclo. Reinaldo busca o quarto mandato à frente da entidade, cargo que ocupa desde 2015.
Além do inquérito mencionado, o nome do dirigente também aparece em apurações relacionadas à contratação da empresa Milclean, tema que vem sendo acompanhado por autoridades e citado em reportagens recentes.
Enquanto isso, nos bastidores do futebol paulista, o episódio adiciona novo capítulo a um cenário já marcado por questionamentos e polêmicas envolvendo decisões e gestão da entidade.
vagabundo ele e essa velha nojenta tem que investigar
ordinários
A origem do dinheiro chama-se Leila Pereira, vadia do ******* Se apurar que algo veio através dela tem que punir o Pal***** s e cassar os títulos da gestão.