Em meio às denúncias que aumentaram a pressão política sobre a gestão do presidente Julio Casares, o São Paulo tem adotado uma estratégia clara nos bastidores: tentar blindar o futebol das turbulências institucionais. O principal movimento nesse sentido tem sido a tentativa de manter o CT da Barra Funda distante do clima de crise que se intensificou no Conselho Deliberativo.
Nas últimas semanas, Casares, que havia passado a despachar com mais frequência na Barra Funda como forma de se aproximar do dia a dia do futebol, voltou a trabalhar no Morumbis. Internamente, a avaliação é de que a presença constante do presidente no CT, em um momento de desgaste político, poderia contaminar o ambiente do elenco e da comissão técnica.
Outro nome que passou a frequentar com mais intensidade o Morumbis é o do superintendente geral Marcio Carlomagno, considerado nos bastidores o “braço direito” de Casares. Carlomagno tem se dividido entre o estádio e a Barra Funda, esteve com o elenco na curta pré-temporada em Cotia, mas mantém presença recorrente no Morumbis justamente nos períodos de maior instabilidade institucional.
Diante das recentes saídas de Carlos Belmonte, Nelsinho Ferreira e Fernando Chapecó, que deixaram seus cargos no fim de novembro, restaram apenas dois nomes com atuação direta no cotidiano do futebol profissional: Muricy Ramalho e Rui Costa. É justamente a ausência pública de Muricy que tem gerado questionamentos e cobranças por parte da torcida, especialmente em meio às denúncias e à crise política.
Conforme informações internas do clube, Muricy está de licença por questões pessoais. O afastamento temporário ajuda a explicar sua ausência do dia a dia mais central da Barra Funda e também o fato de ele não ter se manifestado publicamente sobre o momento vivido pelo São Paulo.
Mesmo assim, o silêncio do ídolo virou tema entre torcedores. Nas redes sociais, há quem defenda que Muricy, pela história e pela identificação com o São Paulo, deveria se posicionar com mais firmeza — e até quem peça que ele se afaste do cargo. Do outro lado, há quem avalie que um pronunciamento agora poderia inflamar ainda mais a crise e que a licença precisa ser respeitada.
O fato é que, enquanto o processo político segue seu curso no Conselho Deliberativo, o clube tenta manter o foco no futebol e preservar a rotina do elenco. A estratégia passa por centralizar a turbulência no Morumbis e evitar que ela transborde para a Barra Funda, ainda que a ausência de Muricy Ramalho continue alimentando dúvidas e pressão entre os torcedores do Tricolor.
O Cagares conseque atrapalhar tudo e todos.
Muricy e Milton Cruz, dois inúteis , só mamando, estão fazendo hora extra
Esse senhor tá de férias desde que deixou de ser técnico, virou um verme, parasita como todos que estão lá