A crise no São Paulo Futebol Clube se intensificou após a goleada sofrida para o Fluminense, resultando em críticas severas ao presidente Julio Casares. No dia seguinte ao revés, membros do conselho e da oposição do clube formalizaram um pedido de impeachment do mandatário, alegando uma gestão temerária. O documento, que coletou 41 assinaturas, destaca que Casares comprometeu gravemente a estabilidade institucional, financeira e esportiva do São Paulo. No entanto, o presidente minimizou o pedido, afirmando que se trata de um processo político comum em anos eleitorais.
Enquanto isso, a torcida tricolor mostrou sua insatisfação em uma enquete realizada pela Gazeta Esportiva. O resultado foi contundente: 93,08% dos participantes se mostraram favoráveis ao impeachment de Casares, enquanto apenas 6,92% se opuseram à ideia. Contudo, a crise não se limitou ao presidente; na sexta-feira, outros dirigentes importantes, como o diretor de futebol Carlos Belmonte e os diretores Nelson Marques Ferreira e Fernando Bracalle Ambrogi, também renunciaram a seus cargos.
No contexto esportivo, o São Paulo figura atualmente como o oitavo colocado no Campeonato Brasileiro, uma posição que pode ser contestada pelo rival Corinthians na próxima rodada. O Tricolor ainda nutre a esperança de garantir uma vaga na Pré-Libertadores, torcendo para que os resultados da Copa do Brasil favoreçam sua classificação ao torneio continental.
O próximo desafio do clube será contra o Internacional, marcado para o dia 3 de dezembro, às 20h (horário de Brasília), no Estádio da Vila Belmiro. O jogo promete ser uma oportunidade crucial para a equipe tentar reverter a situação atual e acalmar os ânimos da torcida.
Além dessas questões, o clube celebrou o aniversário de 70 anos de Muricy Ramalho, um ídolo são-paulino que foi revelado nas categorias de base do Tricolor e conquistou títulos tanto como jogador quanto como treinador e coordenador técnico. O clube expressou suas congratulações em uma mensagem nas redes sociais, reconhecendo a importância de Muricy na história do São Paulo.
esse presidente parece viciado, pegar ouro e vender por mixaria
Fora casares.