Por Vinícius Baldin
Na terça-feira passada, o São Paulo entrou em campo contra o Tolima, na Colômbia, pela Copa Sul-Americana, e ficou em um temeroso empate sem gols. Como explicou o colega Marcelo Baseggio em sua análise daquela partida, o Tricolor enfrentou um rival inferior tecnicamente e jogou muito mal, fato que pode assustar os torcedores pensando no futuro na temporada.
Como se fosse da água pro vinho, o desempenho do São Paulo na vitória por 2 a 0 contra o Internacional, neste domingo, no estádio do Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro, foi totalmente diferente. Para melhor, bem melhor. Com um time mais compacto e organizado dentro de campo, mostrou superioridade mesmo enfrentando um rival com um nível técnico muito superior ao do Tolima.
Para começar, o meio de campo parece ter se encaixado de vez com as presenças de dois garotos que virem da base: Rodrigo Nestor e Pablo Maia. O primeiro é o motorzinho do time e o outro aparece em todos os lugares, sendo premiado com um belo gol no segundo tempo que definiu a vitória.
A zaga está menos exposta e isso, de acordo com o técnico Dorival Júnior, se deve ao comprometimento de toda a equipe, principalmente dos homens de frente, que começam o sistema de marcação pressionando os defensores rivais. Prova disso é que nos últimos nove jogos, contando ainda com Rogério Ceni no comando, o time só sofreu três gols.
A sequência dura de jogos que o time pela frente nos próximos dias - cinco jogos em duas semanas - será uma boa prova de fogo para o restante da temporada. Será preciso administrar a parte física ara suportar pouco tempo de descanso e viagens longas para Fortaleza, Recife e Venezuela.

Fortaleza não tem um grande elenco mais tem um bom técnico.... nós não temos grande elenco também mais agora temos um técnico também. faz diferença
Não acho que o São Paulo fez um grande jogo, foi azoável nota 6,5, a torcida deu show de novo, a defesa idem, a marcação do time melhorou, mas o adversário está abaixo do SP, pé no chão é bom.Houve melhora com Dorival.
Aprende RC é só não inventar, se ele tivesse saído logo depois da eliminação do Paulista, o time estaria ainda melhor. Parabéns pela humildade Dorival.
Bem que o São Paulo poderia contratar o Michael ex-Flamengo, Lucas Moura e Matias Rojas. O time iria ganhar criatividade, velocidade, experiência e drible.
A diferença é que agora nós temos um técnico que respeita os jogadores e que não se acha a cereja do bolo.