A decisão tem um motivo claro: o Tricolor identificou interesse de outros clubes no defensor, o que abriu a possibilidade de retorno financeiro. Diante disso, a diretoria entendeu que liberar o atleta sem compensação seria um prejuízo estratégico.
Internamente, a avaliação é de que uma rescisão amigável funcionaria como um “prêmio” ao jogador, que ficaria livre para assinar com qualquer equipe sem gerar receita ao clube. Além disso, há receio jurídico em uma possível rescisão unilateral, o que também pesou na decisão.
🔄 Nova estratégia definida
Com o recuo, o plano mudou: Arboleda agora será preparado fisicamente e mantido sob controle do clube até a abertura da próxima janela de transferências. A ideia é utilizá-lo como moeda de troca ou negociá-lo diretamente.
Neste momento, não há intenção imediata de reintegrá-lo plenamente ao elenco principal, embora essa possibilidade não esteja totalmente descartada dependendo do andamento das negociações.
👀 Mercado pode decidir o futuro
O caso segue em aberto e depende diretamente do interesse de outros clubes — tanto do Brasil quanto do exterior. Esse fator foi determinante para a mudança de postura do São Paulo.
Com contrato até 2027, Arboleda passa a ser visto mais como ativo de mercado do que como peça esportiva no curto prazo — e sua saída pode acontecer assim que surgir uma proposta considerada viável.
São Paulo, Arboleda, mercado da bola, transferências, zagueiro, Morumbi