Depois de jogar pela equipe carioca no ano passado, Hudson poderia fazer sua última temporada de contrato no São Paulo. Ele até retornou ao CT da Barra Funda por força de contrato, fez treinos, reviu os companheiros, mas não permaneceu no elenco de Hernán Crespo.
Quem o comunicou da decisão foi o coordenador de futebol Muricy Ramalho:
– Eu não queria atrapalhar o ambiente do São Paulo, não queria atrapalhar o clube e não queria que eles atrapalhassem a sequência da minha carreira. E foi muito bem conversado, o Muricy é um cara que me conhece, me levou ao São Paulo, um cara que eu respeito muito. Hoje ele tem um cargo importante lá dentro, mas a gente sabe que o treinador é o maior responsável pela montagem do elenco. E ele foi sincero, falou que era para eu seguir meu caminho – disse Hudson.
Apesar da despedida discreta e com pouca badalação, Hudson admite que não ficou nenhum tipo de frustração com o São Paulo pela forma com que sua passagem irá se encerrar.
Contratado em 2014 do Botafogo-SP, o jogador disputou 198 jogos com a camisa do São Paulo e marcou seis gols. Foram cinco temporadas completas pelo Tricolor e dois empréstimos (Cruzeiro, em 2017, e Fluminense, em 2020).
– Confesso que não tenho frustração. Claro que eu queria levantar muito um título pelo São Paulo, mas sou muito grato ao clube. Sempre fui muito comprometido, responsável com a instituição. Eles me colocaram no cenário da elite do futebol brasileiro, eu só tenho que agradecer ao São Paulo. E o futebol tem isso de momento, de troca de treinador, de pensamento, de filosofia, do que eles já têm no grupo. Acredito que em nenhuma vez eu estive inserido em planos para voltar – disse o volante.
Após tantos jogos e temporadas com a camisa Tricolor, Hudson viveu momentos de altos e baixos. Em 2016, o jogador chegou ao auge de sua trajetória no clube. Titular absoluto de Edgardo Bauza, ele foi o capitão da equipe na Libertadores daquele ano.
E o momento mais marcante na passagem de Hudson pelo São Paulo foi justamente naquela edição do torneio continental:
– Acredito que tenha sido na Libertadores de 2016, contra o Atlético-MG lá, que a gente conseguiu a classificação em um jogo muito difícil. Foi o jogo que a Conmebol me premiou como melhor em campo e a gente fez um campeonato muito bom. Acho que o São Paulo surpreendeu a todos naquele ano. Chegamos na semifinal e jogamos de igual para igual com o Atlético Nacional, o campeão daquela edição. Esse foi o momento que mais me marcou, que eu poderia falar que foi o auge – recordou.
Mas nem tudo foi alegria na trajetória do jogador pelo clube. As inúmeras eliminações, algumas até de forma vexatória, marcaram a lembrança dele. A mais dolorida aconteceu em uma final...
– Um dos momentos mais duros foi ter perdido o título Paulista de 2019 para o Corinthians. Aquela derrota, com gol no finalzinho, foi bastante dolorida. A gente tinha um time jovem, que estava se reconstruindo e que demonstrava muito potencial. A maioria dos jogadores está jogando hoje aí. E foi muito triste. Foi difícil chegar no vestiário aquele dia, olhar para todo mundo, receber aquele troféu de vice-campeão. Foi dolorido. O Raí teve que convencer a gente para subir no gramado de novo e cumprir o protocolo, enfim...
Hudson conviveu com o período de seca de títulos do São Paulo. A última conquista do Tricolor foi em 2012, com a Sul-Americana. De lá para cá, os tropeços se tornaram recorrentes nas competições.
Aos 33 anos e com toda a experiência vivida no clube, Hudson acredita que o jejum de conquistas se deve muito à falta de tranquilidade e blindagem dos jogadores que vestem a camisa nos momentos mais cruciais:
– No São Paulo, como é um clube acostumado a ganhar títulos importantes, esse jejum vai se tornando pesado. A cada campeonato, ano que passa, os jogadores até certo ponto sentem isso em determinados momentos das competições. Acho que tem que procurar dar tranquilidade para eles.
– Qualidade não falta, demonstram isso. Precisa de mais tranquilidade, de uma blindagem maior, de segurança para que as interferências externas não causem efeito no time dentro de campo. Acredito que blindando bem a equipe, o São Paulo tem a chance de ganhar um título importante – comentou Hudson.
Agora distante fisicamente do Tricolor paulista e próximo de ver seu contrato se encerrar, Hudson se despede da torcida.
– Eterno agradecimento por todas as vezes que foram ao Morumbi, que cantaram meu nome, as vezes que me apoiaram, que me incentivaram. Nas vezes que me criticaram também, para que eu pudesse melhorar. Essa torcida que vai ficar sempre na minha memória, no coração. Fica só o agradecimento por todo o apoio e ter participado de toda a minha carreira. Fica o agradecimento.
Hudson se apresentou ao Fluminense na última quarta-feira para iniciar a preparação para a disputa do Campeonato Carioca.
Acho q o hudson poderia ser pelo menos reserva, nao é craque mas tinha mta vontade, sempr hobrou o manto trcolor
Vejo torcedores chamando o cara de pereba, só que nunca vi um unico jogador manter o time jogando bem, arboleda ta ai só dando mancada e ninguem fala nada, igor gomes so corre em campo NÃO faz nada e cogitam ele como titular, tche tche é outro que joga um jogo bem outros 10 que não aparece em campo. Ipocrisia de vcs que reclamaram do Hudson.
Sinceramente nao sei como dispensa Hudson que já é do time. Manda para o Fluminense pagando 70…% do salário e contrata William que era reserva no México . Pelo visto 12 anos sem título nao é por acaso.
Parabéns pelo empenho e prifissionalimo...Hudson!! Boa sorte
Vai pro Íbis Sport Club
Vai com Deus Hudson e finalmente você não será mais vinculado ao São Paulo.É por jogadores fracos como Hudson que percebemos o quanto essa seca de títulos está fazendo muitos torcedores carentes elogiarem qualquer pé de rato e criticarem os que realmente são bons
O cara não sabe o que é ser campeão... Também, 7 anos de SP, parabéns diretoria Filho de uma P...
Se o futebol não é de craque, ninguém pode reclamar da vontade e determinação. Sempre funcionou bem como volante de desarme. Vai na paz, seja feliz!!!
Parabens Hudson. Você mostrou ser hm profissional competente por todos esse anos
Fraco cara da derrota
JA VAI TARDE JOGADOR SEM ALMA SEM ESPÍRITO DE VENCEDOR
Se contente com o título de pior volante do elenco ????
Seja feliz Hudson!
Não vai deixar saudades
Jogador que joga sério muito profissional e poderia ter sido melhor aproveitado no São Paulo mas como a fase do São Paulo não é boa a seca de titulos e eliminações acabam com a paciência da torcida e afeta o time ambiente fica pesado , Hudson foi muito bem no cruzeiro foi titular e foi campeão da copa do Brasil e sendo destaque util . Infelizmente no São Paulo não deu certo a torcida faltou paciência e vida que segue
Queria nada. Quando o Cuca precisou dele como lateral direito, ele se negou a colaborar e se queimou perante a torcida. Além de tudo é um botinudo, a cada jogo recebe um cartão amarelo.
Boa sorte.
ATÉ NUNCA MAIS PEREBA
Boa sorte, Hudson. Bonitas palavras em sua despedida, parabéns.
E sempre assim os caras que honram São esculachados foi assim com maycon r. Caio pato e o próximo será o Kingnaldo torcida modinha fique com os perna de pau madar o daniel alves o pior do time e que manda e desmanda joga aonde quer MURICI vc está sem moral
Vai com DEUS morcego, se recusou jogar na lateral direita quando o time precisa, não devia nunca ter vestido esse manto .
É PRA GLORIFICAR DE PÉ, IGREJA!
Por incrível que pareça o único momento bom foi improvisado de lateral direito. Mas, pediu pra não ser mais improvisado e se queimou. Que tenha boa sorte.
VA COM DEUS HUDSON SEI QUE VOCÊ NÃO QUERIA IR MAS O SÃO PAULO VAI TER QUE DISPENSAR MUITOS AINDA QUE JOGA BEM MENOS QUE VOCÊ MAS ESTÁ NA TETA DO SÃO PAULO
Boa Sorte Hudson, é inegável que toda vez que atuou mostrou garra e determinação. É mais um que NÃO AMARELA. Sucesso em sua nova tragetória.
Foi tarde k
O mais incrivel q sao 7 anos de contrato com um perna de pau de maior categoria
Boa sorte Hudson, quem veste essa camisa e ama o clube tem o respeito da torcida, diferente do Oscar *** que nunca gostou do clube.
Vaza