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“Eu cheguei na casa dela dizendo para o meus sogro: ‘olha, Sr. Zé, o que eu trouxe para o senhor...’, e ele entendeu que eu estava dando a medalha do Mundial para ele”, contou o zagueiro Edcarlos, 35, ao site da ESPN.
“Aí, eu fiquei meio sem jeito, mas cheguei para minha mulher, na época namorada, e falei: ‘teve um mal-entendido aí com o seu pai que você vai ter que resolver’”, relembra-se, dando risada.
“Qualquer outra medalha, eu daria para ele, sem problema. Aquela, não”, diz ele, sobre a relíquia de 18 de dezembro de 2005.
É, afinal, a maior conquista do atual jogador do Juventude de Caxias do Sul, cidade a que chegou em janeiro, da qual gostou muito, e na qual não está. Por conta da pandemia, voltou a viver temporariamente em Salvador, com a família.
Fisicamente, ele está bem, não pensa em parar. Mas já está cansado de ficar longe de casa por longos períodos ou em datas como o réveillon de 2004 para 2005, que passou com colegas de seleção brasileira sub-20 na Granja Comary, em Teresópolis.
“Pô, você tá ali, almejando espaço, às vezes bate uma deprê, sim”, confessa.
“Mas arrumaram uns instrumentos, a gente fez um samba à meia-noite, deu pra gente fazer uma resenha”, contou.
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