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“Jogamos como sempre, sólidos e firmes. O jogo foi equilibrado até os 15 minutos do segundo tempo, quando eles acionaram o jogo direto. No final, entrou o Crouch, de dois metros. Nós não conseguimos mais segurar a bola no campo deles e restou uma marcação forte próximo da nossa área. Eram nossas ferramentas. Se mudássemos, perderíamos. E todos que estavam ali, estavam metalizados para ganhar”, disse Diego Lugano, em entrevista ao Blog do Menon, no portal Uol, nesta sexta-feira (22).
Atualmente superintendente de relações institucionais do São Paulo, o uruguaio era titular, formando a defesa ao lado de Edcarlos e Fabão. Ele ficou marcado pela raça e também por um carrinho duro dado no meio-campista Steve Gerrard, capitão do Liverpool.
Questionado se deveria ser expulso pelo lance, não concordou e explicou.
“Eu sabia que não seria expulso. Não existe falta mais ou menos dura, existe o momento psicológico do jogo, que afeta jogadores e árbitro. Então, eu havia levado uma cabeçada de Morientes. O juiz chamou a gente para conversar. Eu disse: ‘Então, não foi nada? Então, eu também posso, gosto assim, valeu’. E, no lance anterior, o Júnior sofreu falta na área e o juiz não deu. Final de Mundial é assim, só dá pênalti, se for muito pênalti, só dá vermelho, se for muito vermelho”.
O São Paulo venceu o Liverpool por 1 a 0, gol do volante Mineiro, e faturou o terceiro título mundial, repetindo 1992 e 1993. A partida será exibida novamente pela TV Globo no próximo domingo, mas o uruguaio disse que não pretende rever.
“Nunca vi aquele jogo novamente. Não curto olhar para trás, não gosto de nostalgia. E vai que os caras empatam o jogo”, disse, em tom de brincadeira.
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São Paulo, lugano, mundial, 2005