O São Paulo é o maior formador de jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro, mas só consegue aproveitar menos da metade em seu elenco principal.
Esta é uma das conclusões do Centro Internacional de Estudo de Esportes (CIES), que analisou dados das quatro ligas de futebol mais ricas da América Latina: Brasil, Argentina, Chile e México.
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De acordo com o instituto, o São Paulo formou 31 atletas que disputaram a edição passada da Série A. Mas "apenas" 13 fizeram parte do elenco tricolor em 2019.
Entre os aproveitados no Morumbi, os destaques são o meia Igor Gomes e o atacante Antony, referências na campanha que garantiu uma vaga na Copa Libertadores de 2020.
Na contramão, estão nomes como o zagueiro Rodrigo Caio e o volante Willian Arão, campeões brasileiros pelo Flamengo e formados na categoria de base são-paulina.
No ranking apresentado pelo estudo, quatro clubes argentinos aparecem à frente do São Paulo: Boca Juniors (46 atletas formados para a própria liga local), Vélez Sarsfield e River Plate (empatados com 39) e Newell's Old Boys (33).
Do Brasil, estão, atrás do São Paulo, outros cinco clubes: Botafogo (29 formados), Internacional (27 formados), Santos (25 formados), Grêmio e Flamengo (22 formados cada).
O estudo aponta também a liga mexicana como a, entre as quatro analisadas, que oferece mais minutos em campo aos jogadores estrangeiros e a Argentina disparada como maior provedora de atletas para as demais ligas da América Latina.
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Isso só vai mudar no dia em que o São Paulo olhar para os garotos da base como jogadores profissionais e não apenas como mercadorias expostas numa vitrine.
Infelizmente, o SPFC e a grande maioria dos times brasileiros buscam a forma mais fácil de fazer caixa nos clubes que é vendendo os seus melhores jogadores e os jovens talentos para os clubes estrangeiros.
Por exemplo. Falando apenas de jogadores revelados nesses últimos 5 anos, Militão e David Neres seriam facilmente titulares nesses elenco, jogadores como R. Caio, Lyanco, João Schmidt, Boschilla, Luis Araujo e outros também poderiam ter seu espaço no elenco, junto com os garotos que ainda estão no clube.
Ao invés de ficar contratando um monte de jogadores para compor elenco como Calazans, Willian Farias, Trelles, Biro Biro e tantos outros que ninguém sabe como vieram parar no clube, o São Paulo deveria usar esse dinheiro para valorizar os garotos para que eles possam ficar um período mais longo no clube, pois alem de ter jogadores mais identificados com o SPFC, o clube ainda poderia concentrar os investimentos em jogadores que realmente poderiam fazer a diferença no time.
Notem que atrás do S.Paulo, são 5 times grandes,l e por acaso mandaram esta pesquisa para eles também, ou esse instituto só está afim de perturbar.
Por acaso é pra subir todos de uma vez só?!
Estagiário está cheirado mesmo. K