Cueva não atuará no clássico entre Santos e São Paulo neste sábado, às 17h, na Vila Belmiro, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, mas o meia é sempre um personagem quando o assunto é San-São.Isso porque é quase impossível não relacionar Cueva aos dois clubes. Muito mais pelas polêmicas do que propriamente pelo futebol demonstrado em ambos os lados.
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Quando defendeu o São Paulo, de 2016 a 2018, o peruano teve uma passagem de altos e baixos. Dentro de campo foram 87 jogos vestindo a camisa tricolor, com 20 gols marcados.Fora dele, terminou sua trajetória de forma turbulenta, mas com um bom retorno financeiro. O jogador chegou a ser multado por atraso em uma reapresentação em 2018 e depois se irritou por ter ficado no banco em uma partida do Paulistão, após os são-paulinos rejeitarem uma oferta do Al-Hilal.Sem espaço na equipe pelos problemas de relacionamento com comissão técnica e diretoria, foi vendido em julho do ano passado para o Krasnodar, da Rússia, por 8 milhões de euros (cerca de R$ 36 milhões) o clube permaneceu com 10% dos direitos econômicos do jogador.
Em fevereiro deste ano, Cueva foi anunciado pelo Santos por US$ 7 milhões (cerca de R$ 26 milhões), se tornando a segunda maior contratação da história do clube, atrás apenas de Leandro Damião, que custou R$ 42 milhões, em 2014.Com o empréstimo de Vitor Bueno ao São Paulo, em abril, o Tricolor abriu mão daqueles 10% que teria direito a receber pela venda de Cueva ao Krasnodar (pouco mais de 600 mil dólares – cerca de R$ 2,4 milhões) para abater na dívida do Santos com os russos.O Santos não esconde o desejo de negociá-lo, mas esbarra nos altos valores. A ideia do Peixe é transferir a dívida para clubes interessados.
Cueva ainda tem espaço em um dos dois times?
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