A começar por Hernanes. Em sua quarta passagem pelo São Paulo, o Profeta persegue o título que sempre sonhou e nunca conquistou. Ele disputou três edições de Libertadores, parando nas quartas de final em 2008, com derrota dramática para o Fluminense, e 2009, para o Cruzeiro. A maior chance de ser campeão veio em 2010, quando o Internacional foi o algoz na semifinal.
No dia em que o Tricolor caiu para os gaúchos, o Profeta fazia sua despedida do clube para defender a Lazio, da Itália. Jogou como nunca no Morumbi, mas viu o time ser eliminado pelo critério de gols fora de casa e saiu de campo aos prantos, abraçado com o então goleiro Rogério Ceni.
Duas outras referências do atual elenco são-paulino chegaram ainda mais perto de uma taça da Libertadores. Em 2003, Nenê ainda era um novato no Santos de Diego e Robinho, mas ajudou o Peixe a chegar à decisão contra o Boca Juniors. O meia-atacante chegou a entrar na partida de volta da final, curiosamente no Morumbi, mas não evitou a conquista argentina.
Outro que tem um vice-campeonato no currículo é Diego Souza, caindo também para o Boca Juniors. O hoje centroavante do São Paulo era um jovem meia de um Grêmio que foi finalista em 2007 e foi decisivo nas semifinais contra o Santos. Só que na finalíssima o show foi de Juan Roman Riquelme para delírio dos xeneizes.
Diego ainda ficaria marcado por um gol perdido na Libertadores de 2012, quando defendia o Vasco da Gama. Ele saiu sozinho em contra-ataque e, cara a cara com Cássio, parou em grande defesa do arqueiro do Corinthians, futuro campeão daquela edição.
Até então, essa era uma missão traumática para os corintianos. E que o agora tricolor Jucilei sentiu na pele. Em 2010, ano do centenário dos alvinegros, o volante integrou um time experiente, que tinha até Ronaldo e Roberto Carlos, mas sucumbiu nas oitavas de final para o Flamengo.
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