- ?Vamos esquecer a palavra reformulação. Ela nos induz a dizer que vamos mexer profundamente, vender muita gente e trazer muita gente. Não é o caso. O que digo é: vamos agir dentro das possibilidades e do que nós imaginamos ideal para o São Paulo, e não para o treinador do São Paulo. Porque hoje ele está conosco, está mantido e tem nossa confiança, mas um dia pode não estar. Se eu trago jogadores que só agradem a ele e não ao clube, o que faço com esses caras depois? - afirma o diretor de futebol, Luiz Cunha.
Nos tempos de Ataíde Gil Guerreiro, o discurso era de profunda confiança no trabalho do argentino, tanto que a busca por boa parte dos reforços - inclusive a volta de Diego Lugano - foi articulada de acordo com preferências pessoais de Patón. Atualmente, como a fala de Cunha deixou claro, o clube já projeta um cenário sem o treinador.
Bauza já deixou claro que espera contar com cinco contratações para o Brasileirão - além da permanência de Maicon, emprestado até o meio do ano. A principal preocupação é o ataque, que perderá Jonathan Calleri - único atleta efetivo do setor nestes primeiros meses da temporada. Também é preciso prever as ausências: Eugenio Mena, Rodrigo Caio, Lucão e Lyanco tem boas chances de serem convocados e desfalcarem o tricolor na metade do ano.
