Contra o Goiás, Muricy igualará Poy como 2º que mais comandou Tricolor
Técnico chegará a 422 jogos e, como tem contrato até final de 2015, tem tudo para bater Vicente Feola, que é o recordista da história do clube, com 532 apresentações
Fonte Globo Esporte
27 de Julho de 2014
Muricy Ramalho tem a obrigação de colocar o Tricolor na rota dos títulos (Foto: Marcos Ribolli)
Além de marcar a reestreia de Kaká com a camisa do São Paulo, a partida deste domingo, contra o Goiás, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, será importante também para o técnico Muricy Ramalho, que alcançará mais um expressivo número no comando da equipe do Morumbi. Ele igualará a marca de José Poy, que foi o segundo treinador que mais vez dirigiu o time, com 422 partidas. O atual técnico ficará atrás apenas de Vicente Feola, que teve 532 apresentações.
Muricy não esconde a importância do feito, principalmente por se tratar de nomes que marcaram a história dentro do Tricolor.
- Me emociona chegar a esse número, pois quando se fala dessas pessoas como o Poy, o Telê, a gente volta ao passado e lembra os momentos muito bons que passamos com eles. O Poy foi meu treinador no juvenil, depois no profissional, e aprendi muita coisa com ele. Não é importante bater recordes por bater, mas porque seguimos o caminho de pessoas que a gente gosta. Se ele e o Telê estivessem vivos, com certeza estariam muito contentes por eu estar chegando a esse número – afirmou o treinador, em entrevista ao site oficial do clube.
Com a memória boa, o técnico fala da primeira partida como treinador são-paulina. Foi em 1996, contra o Santo André, pelo Campeonato Paulista.
- Faz muito tempo isso,. Acho que ainda não era o treinador titular, eu assumia quando o Telê já estava cansado. Ele tirava uns dias a mais de férias e eu que começava os Campeonatos Paulistas. Na época era muito difícil pra mim, porque eu era muito novo pra ser técnico e só dirigia cara estrela, tudo campeão do mundo, bicampeão, gente de Seleção Brasileira, só cara famoso – lembrou.
Depois de tanto tempo, Muricy deixa claro que mudou não só como treinador, mas também como pessoa.
- Você passa a estudar mais, olhar mais o futebol, porque no começo a gente acha que é uma coisa, bate muito de frente às vezes e vamos mudando, tendo mais cintura, paciência, um pouco mais de calma com jogadores. Hoje a gente olha muito o lado do jogador como pessoa também. O Poy e o Telê insistiam muito nisso. É nossa obrigação orientar os jogadores para o futuro deles, a gente vê muitos ex-jogadores financeiramente muito mal e a gente tenta orientar, passar isso. Vamos mudando, tendo outros focos na vida – disse.
Com contrato até o final do ano que vem, Muricy fatalmente vai bater o recorde de Vicente Feola e se tornará o técnico que mais dirigiu o São Paulo na história. Feito que certamente ele vai guardar com carinho.
- Tenho algum tempo de contrato com o clube ainda, e se ficar até o final, posso alcançar o Feola. Para cumprir meu contrato, sei que preciso estar ganhando, melhorando meu trabalho, seria uma marca expressiva e muito difícil de ser alcançada. Espero que a diretoria do São Paulo tenha paciência comigo (risos) e que eu consiga bater esse recorde, seria algo muito importante pra mim, por ter nascido aqui, ter me criado aqui, e quem sabe encerrar minha carreira batendo esse recorde – finalizou.
Treinador alcançará José Poy na partida deste domingo, contra o Goiás (Foto: José Patrício / Agência Estado)
Além de marcar a reestreia de Kaká com a camisa do São Paulo, a partida deste domingo, contra o Goiás, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, será importante também para o técnico Muricy Ramalho, que alcançará mais um expressivo número no comando da equipe do Morumbi. Ele igualará a marca de José Poy, que foi o segundo treinador que mais vez dirigiu o time, com 422 partidas. O atual técnico ficará atrás apenas de Vicente Feola, que teve 532 apresentações.
Muricy não esconde a importância do feito, principalmente por se tratar de nomes que marcaram a história dentro do Tricolor.
- Me emociona chegar a esse número, pois quando se fala dessas pessoas como o Poy, o Telê, a gente volta ao passado e lembra os momentos muito bons que passamos com eles. O Poy foi meu treinador no juvenil, depois no profissional, e aprendi muita coisa com ele. Não é importante bater recordes por bater, mas porque seguimos o caminho de pessoas que a gente gosta. Se ele e o Telê estivessem vivos, com certeza estariam muito contentes por eu estar chegando a esse número – afirmou o treinador, em entrevista ao site oficial do clube.
Com a memória boa, o técnico fala da primeira partida como treinador são-paulina. Foi em 1996, contra o Santo André, pelo Campeonato Paulista.
- Faz muito tempo isso,. Acho que ainda não era o treinador titular, eu assumia quando o Telê já estava cansado. Ele tirava uns dias a mais de férias e eu que começava os Campeonatos Paulistas. Na época era muito difícil pra mim, porque eu era muito novo pra ser técnico e só dirigia cara estrela, tudo campeão do mundo, bicampeão, gente de Seleção Brasileira, só cara famoso – lembrou.
Depois de tanto tempo, Muricy deixa claro que mudou não só como treinador, mas também como pessoa.
- Você passa a estudar mais, olhar mais o futebol, porque no começo a gente acha que é uma coisa, bate muito de frente às vezes e vamos mudando, tendo mais cintura, paciência, um pouco mais de calma com jogadores. Hoje a gente olha muito o lado do jogador como pessoa também. O Poy e o Telê insistiam muito nisso. É nossa obrigação orientar os jogadores para o futuro deles, a gente vê muitos ex-jogadores financeiramente muito mal e a gente tenta orientar, passar isso. Vamos mudando, tendo outros focos na vida – disse.
Com contrato até o final do ano que vem, Muricy fatalmente vai bater o recorde de Vicente Feola e se tornará o técnico que mais dirigiu o São Paulo na história. Feito que certamente ele vai guardar com carinho.
- Tenho algum tempo de contrato com o clube ainda, e se ficar até o final, posso alcançar o Feola. Para cumprir meu contrato, sei que preciso estar ganhando, melhorando meu trabalho, seria uma marca expressiva e muito difícil de ser alcançada. Espero que a diretoria do São Paulo tenha paciência comigo (risos) e que eu consiga bater esse recorde, seria algo muito importante pra mim, por ter nascido aqui, ter me criado aqui, e quem sabe encerrar minha carreira batendo esse recorde – finalizou.
Treinador alcançará José Poy na partida deste domingo, contra o Goiás (Foto: José Patrício / Agência Estado)
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