Urgente: Clubes discutem paralisação do Brasileirão por causa da MP das bets
Fonte SPFC.net
29 de Setembro de 2026
A informação sobre uma possível paralisação começou a circular nesta segunda-feira (28), em meio à articulação dos clubes contra a MP das bets. Segundo reportagem publicada pelo Estadão e repercutida por outros veículos, dirigentes passaram a discutir a possibilidade de interromper o Campeonato Brasileiro como forma de pressionar o governo federal.
A movimentação ocorre após a Medida Provisória publicada em 25 de setembro, que proibiu a exploração e a publicidade de apostas esportivas e jogos on-line no Brasil. A medida atinge diretamente o futebol, já que 14 dos 20 clubes da Série A tinham patrocínios máster de empresas do setor no momento da publicação da MP.
Clubes articulam reação
Na segunda-feira, representantes de clubes paulistas das Séries A e B se reuniram na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF) para discutir os impactos da nova legislação. Corinthians, Palmeiras, Santos, São Paulo, Mirassol, Red Bull Bragantino, Botafogo-SP, Novorizontino, Ponte Preta, São Bernardo e Juventus participaram do encontro. As equipes decidiram manter uma atuação conjunta nas discussões sobre o tema.
Paralelamente, dirigentes de diferentes clubes passaram a avaliar medidas mais duras. A possibilidade de paralisar o Brasileirão teria surgido durante as articulações para um boicote à reunião que estava prevista com representantes do governo federal nesta terça-feira (29). O encontro acabou adiado para depois do primeiro turno das eleições.
Outra frente de atuação ocorre no Judiciário. O Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional (Sinafut) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu a suspensão da MP ou a criação de um período de transição de seis meses para adaptação dos clubes e das federações às novas regras.
A paralisação do Campeonato Brasileiro, portanto, aparece neste momento como uma possibilidade discutida nos bastidores, e não como uma decisão oficial de interrupção da competição. Os clubes ainda buscam alternativas para reduzir o impacto financeiro provocado pelo fim dos contratos com empresas de apostas.
MP das bets, Campeonato Brasileiro, clubes brasileiros, patrocínio de bets, CBF, futebol brasileiro, paralisação do Brasileirão
A movimentação ocorre após a Medida Provisória publicada em 25 de setembro, que proibiu a exploração e a publicidade de apostas esportivas e jogos on-line no Brasil. A medida atinge diretamente o futebol, já que 14 dos 20 clubes da Série A tinham patrocínios máster de empresas do setor no momento da publicação da MP.
Clubes articulam reação
Na segunda-feira, representantes de clubes paulistas das Séries A e B se reuniram na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF) para discutir os impactos da nova legislação. Corinthians, Palmeiras, Santos, São Paulo, Mirassol, Red Bull Bragantino, Botafogo-SP, Novorizontino, Ponte Preta, São Bernardo e Juventus participaram do encontro. As equipes decidiram manter uma atuação conjunta nas discussões sobre o tema.
Paralelamente, dirigentes de diferentes clubes passaram a avaliar medidas mais duras. A possibilidade de paralisar o Brasileirão teria surgido durante as articulações para um boicote à reunião que estava prevista com representantes do governo federal nesta terça-feira (29). O encontro acabou adiado para depois do primeiro turno das eleições.
Outra frente de atuação ocorre no Judiciário. O Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional (Sinafut) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu a suspensão da MP ou a criação de um período de transição de seis meses para adaptação dos clubes e das federações às novas regras.
A paralisação do Campeonato Brasileiro, portanto, aparece neste momento como uma possibilidade discutida nos bastidores, e não como uma decisão oficial de interrupção da competição. Os clubes ainda buscam alternativas para reduzir o impacto financeiro provocado pelo fim dos contratos com empresas de apostas.
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Clubes querem viver da desgraça das famílias, o futebol me dá nojo.
Esses clubes perderam o que restava de vergonha, depender do dinheiro dos tolos para sobreviver pagando salários astronômicos para jogadores em fim de carreira, dirigentes e empresários corruptos. Eu quero é torcer para o meu São Paulo que era exemplo de ética.
Agora não vai ter mais a ladainha das casas de aposta, time que mostra resultado, ganha patrocínio. Aí os diretores dos clubes vão ter que investir em um clube competitivo para chamar contratos, já que ninguém quer apostar em um clube cheio de roubo.
Pro São Paulo FC,nada muda!
Casares,embolsou milhões e deixou o clube na merd*,e que outro que assumiu,continua sugando os milhões que nunca estão chegando aos cofres do clube!?
Eu nunca vi,um clube fechar tantas parcerias,e ficar em dívidas,até com os próprios jogadores do time…