Conselho do São Paulo vota acordo com a Ticketmaster para quitar 4 meses de imagem
O São Paulo vivencia um dia decisivo para estancar a crise gerada pelo atraso de quatro meses nos direitos de imagem do elenco profissional. A diretoria comandada pelo presidente Harry Massis e pelo diretor financeiro Sérgio Pimenta estabeleceu esta quarta-feira como prazo limite para regularizar as pendências financeiras com o plantel, que se acumulam após o vencimento da parcela de setembro e sucessivos adiamentos de promessas de quitação desde o meio do ano.
A principal aposta da cúpula tricolor para injetar caixa imediato no CT da Barra Funda e restaurar o clima de confiança no vestiário depende da votação no Conselho Deliberativo sobre a parceria com a Ticketmaster.
Adiantamento milionário, contrato da Ticketmaster e clima no vestiário
Os principais detalhes da crise financeira e do projeto de captação de recursos no MorumBIS envolvem os seguintes pontos estratégicos:
- Dívida acumulada: O clube soma quatro meses de atraso em direitos de imagem, após prazos não cumpridos previstos anteriormente para agosto e setembro;
- Aporte de R$ 140 milhões: A proposta com a Ticketmaster prevê o adiantamento de R$ 30 milhões no ato da assinatura do contrato e mais R$ 110 milhões no prazo de até 45 dias;
- Condições de devolução: O montante adiantado será devolvido ao longo de cinco anos, corrigido por juros atrelados à variação da taxa CDI;
- Votação no Conselho: O projeto passa por apreciação dos conselheiros nesta quarta-feira após reavaliação sugerida pelo presidente do órgão, Olten Ayres;
- Solidariedade entre atletas: Diante dos atrasos, lideranças e jogadores com salários mais elevados se prontificaram a auxiliar financeiramente companheiros de elenco em situação mais vulnerável.
Impacto no ambiente esportivo do Tricolor
A diretoria corre contra o tempo na votação do Conselho Deliberativo para evitar que o desgaste financeiro afete o rendimento da equipe dentro de campo nas rodadas decisivas do campeonato.
A transparência e o cumprimento dos pagamentos garantidos após o aporte são vistos como fundamentais para manter o foco do grupo na busca pelos objetivos da temporada.
E você, torcedor são-paulino? Como avalia a gestão financeira do clube e o acordo com a Ticketmaster para quitar os salários? Deixe sua opinião nos comentários!
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