Mestre Muricy próximo de Telê Santana
Fonte Diário de São Paulo
15 de Setembro de 2013
Parceria de Telê Santana e Muricy Ramalho durou até 1996
Muricy Ramalho é discípulo declarado de Telê Santana. Embora já tenha feito mais isso, ainda costuma citar o Mestre. Hoje, poderá ultrapassá-lo em pelo menos uma marca: a de vitórias comandando o São Paulo. Basta superar o Vasco, às 16h, em São Januário, no Rio.
Seria o 189 triunfo pelo Tricolor. Com 188, está empatado com o bicampeão mundial.
“Igualá-lo em qualquer coisa é um absurdo. Telê é um dos maiores de todos os tempos”, elogia o atual técnico. O triunfo seria importante não apenas por isso. Pensando na classificação no Brasileirão, representaria a saída da zona de degola.
Foi Telê quem percebeu que o ex-ponta, que estava nas categorias de base, poderia ser, no futuro, um grande treinador. Empregou-o como assistente técnico. Gostava do detalhismo do auxiliar e via nele a mesma característica que gostava de exibir: a exigência que os atletas treinassem fundamentos.
“Acho que meu pai se enxergava um pouco nele. Os dois partilhavam de muitas convicções com relação ao futebol brasileiro”, explica o filho de Telê, Renê Santana, ao DIÁRIO.
Descoberta/ Foi Telê quem mandou Muricy dirigir o Expressinho que conquistou o título da Copa Conmebol de 1994. Foram quase três anos de convivência nos quais o então assistente colecionou histórias. Como quando, em raro momento de crise do Tricolor naquela época, torcedores e diretores reclamavam do desempenho da equipe. Telê ficou, em sua sala no CT, calado, tomando cervejas. O único que o acompanhava era Muricy. “Eu era o único que estava dando apoio e ele não me deu nem um gole sequer da cerveja”, se diverte.
As lembranças são carinhosas, como ele faz questão de citar em momentos de alegria. Como quando conquistou o título brasileiro de 2010, pelo Fluminense. “Eu sonhei com o Telê nessa semana. Ele estava sorrindo para mim. Estava feliz. Olha só que coisa maravilhosa... Fico até arrepiado em falar nisso”, disse, na ocasião.
Muricy Ramalho é discípulo declarado de Telê Santana. Embora já tenha feito mais isso, ainda costuma citar o Mestre. Hoje, poderá ultrapassá-lo em pelo menos uma marca: a de vitórias comandando o São Paulo. Basta superar o Vasco, às 16h, em São Januário, no Rio.
Seria o 189 triunfo pelo Tricolor. Com 188, está empatado com o bicampeão mundial.
“Igualá-lo em qualquer coisa é um absurdo. Telê é um dos maiores de todos os tempos”, elogia o atual técnico. O triunfo seria importante não apenas por isso. Pensando na classificação no Brasileirão, representaria a saída da zona de degola.
Foi Telê quem percebeu que o ex-ponta, que estava nas categorias de base, poderia ser, no futuro, um grande treinador. Empregou-o como assistente técnico. Gostava do detalhismo do auxiliar e via nele a mesma característica que gostava de exibir: a exigência que os atletas treinassem fundamentos.
“Acho que meu pai se enxergava um pouco nele. Os dois partilhavam de muitas convicções com relação ao futebol brasileiro”, explica o filho de Telê, Renê Santana, ao DIÁRIO.
Descoberta/ Foi Telê quem mandou Muricy dirigir o Expressinho que conquistou o título da Copa Conmebol de 1994. Foram quase três anos de convivência nos quais o então assistente colecionou histórias. Como quando, em raro momento de crise do Tricolor naquela época, torcedores e diretores reclamavam do desempenho da equipe. Telê ficou, em sua sala no CT, calado, tomando cervejas. O único que o acompanhava era Muricy. “Eu era o único que estava dando apoio e ele não me deu nem um gole sequer da cerveja”, se diverte.
As lembranças são carinhosas, como ele faz questão de citar em momentos de alegria. Como quando conquistou o título brasileiro de 2010, pelo Fluminense. “Eu sonhei com o Telê nessa semana. Ele estava sorrindo para mim. Estava feliz. Olha só que coisa maravilhosa... Fico até arrepiado em falar nisso”, disse, na ocasião.
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