Douglas disputa bola com Ribéry
Foto: EFE
O São Paulo não viu a cor da bola. Natural. O time do Morumbi, neste momento, não é nem sombra daqueles esquadrões que já encantaram o mundo. É um time medíocre, que está na zona do rebaixamento no Campeonato Brasileiro e vive uma crise sem precedentes.
Perdeu por 2-0 para o Bayern na estreia da Copa Audi, em Munique, e completou seu 13º jogo sem vitória. Recorde negativo na história do clube. São agora nove derrotas e quatro empates. Uma vergonha para um time que já conquistou o planeta em três oportunidades.
Em contrapartida, o Bayern é o atual campeão europeu, tem o melhor técnico da atualidade e conta com um elenco fabuloso. E, ao lado do Barcelona, é o melhor time de que se tem notícia no momento.
Portanto, nada a se estranhar nesta derrota, que poderia, a bem da verdade, ter sido uma goleada histórica, pois, como disse, o São Paulo não viu a cor da bola e jogou como time pequeno, defendendo-se o tempo todo, mal conseguindo passar da linha do meio-campo.
Mas não foi goleado, como muitos temiam. Não foi por três motivos: 1) Rogério Ceni agarrou tudo e mais um pouco;
2) Os alemães ainda estão sem ritmo de jogo, pois na Europa, neste momento, vive-se a pré-temporada;
3) Os bávaros trataram a partida como um jogo-treino.
Rogério, indiscutivelmente, foi o nome do jogo. Além de grandes defesas, perdeu um pênalti nos minutos finais da partida, que poderia ter dado ao São Paulo um gol solitário.
O São Paulo perdeu, não viu a cor da bola, mas não pagou mico algum.
