Ao dizer que o São Paulo parou no tempo, Rogério usou um dos argumentos do opositor Marco Aurélio Cunha. Isso irritou a cúpula são-paulina, mas só Adalberto Baptista rebateu o goleiro.
Havia tempos, como já escrevi aqui, que dirigentes são-paulinos se sentiam desconfortáveis em relação ao poder que o goleiro conquistou no clube. O sentimento era de que alguém precisava impor limites ao capitão. E foi o que Adalberto tentou fazer ao retrucar o camisa 01, negando que o clube estivesse parado e citando uma suposta dificuldade dele na reposição de bola.
Até então, o diretor de futebol era considerado intocável. Uma espécie de Rogério de paletó. Mas quando ele trombou com o ídolo, ninguém mais botou para fora suas insatisfações com o goleiro. E o dirigente foi malhado por conselheiros e torcedores, sem que Juvenal o protegesse. Até cair. À essa altura, ficar do lado de Adalberto seria comprar briga com os defensores de Rogério. Depois dessa, o goleiro ficou ainda mais poderoso. Dá para apostar que não será incomodado por cartolas até anunciar sua aposentadoria.
Rogério irritou cúpula do SPFC por usar slogan de opositor, mas só diretor de futebol comprou briga
Fonte UOL/Perrone
27 de Julho de 2013
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