Ao exaltar cópia de Corinthians caótico, Juvenal aumenta seu desgaste
Fonte UOL/Perrone
14 de Julho de 2013
Dois diretores do São Paulo disseram ao blog que a demissão de Ney Franco foi horrível para a imagem do clube. Preferem não serem identificados, mas alegam que a decisão reforçou a imagem de que o tricolor paulista virou um time que não consegue segurar treinadores.
A avaliação dos dois destoa do malabarismo que Juvenal Juvêncio fez para justificar a mudança ao apresentar Paulo Autuori.
O presidente são-paulino citou constantes trocas no Corinthians para justificar o atual momento de seu time. Lembrou nomes de ex-treinadores corintianos, como Geninho, Júnior , Juninho Fonseca, Tite em sua primeira passagem, e Passarella.
Só não lembrou que na maior parte do período em que substituía técnicos freneticamente o Corinthians foi mal. Citou que Mano Menezes ficou tanto tempo quanto Muricy Ramalho no Morumbi, assim como Tite, campeão mundial e da Libertadores faz agora.
Ou seja, deixou claro que o Corinthians age atualmente como o São Paulo vencedor de outrora. E que seu clube se inspira no alvinegro que não deu certo.
Colaboradores de Juvenal preferiam que ele não citasse o rival. Com declarações como essa, cada ele aumenta as críticas internas à sua forma de administrar o clube.
A avaliação dos dois destoa do malabarismo que Juvenal Juvêncio fez para justificar a mudança ao apresentar Paulo Autuori.
O presidente são-paulino citou constantes trocas no Corinthians para justificar o atual momento de seu time. Lembrou nomes de ex-treinadores corintianos, como Geninho, Júnior , Juninho Fonseca, Tite em sua primeira passagem, e Passarella.
Só não lembrou que na maior parte do período em que substituía técnicos freneticamente o Corinthians foi mal. Citou que Mano Menezes ficou tanto tempo quanto Muricy Ramalho no Morumbi, assim como Tite, campeão mundial e da Libertadores faz agora.
Ou seja, deixou claro que o Corinthians age atualmente como o São Paulo vencedor de outrora. E que seu clube se inspira no alvinegro que não deu certo.
Colaboradores de Juvenal preferiam que ele não citasse o rival. Com declarações como essa, cada ele aumenta as críticas internas à sua forma de administrar o clube.
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