Roger se você não sabe eu vou desenhar

Roger se você não sabe eu vou desenhar

Cemporcento

"Imagine uma empresa mergulhada no caos político e na falência moral. Ninguém se respeita. Contratam, então, um sujeito para impor ordem; alguém que já venceu ali, que tem moral e tira leite de pedra. Ele blinda os subordinados, não abaixa a cabeça para ninguém e escancara as feridas, doa a quem doer. Com ele, a paz e a esperança voltam. Mesmo sem recursos, ele coloca a instituição no topo por puro amor, aceitando o desafio mesmo com dívidas do passado pendentes.
Mas o cenário muda. Incomodados com a verdade, funcionários agem pelas costas e um diretor puxa o tapete dele com mentiras para colocar um amigo no lugar. Um ''amigo'' que coleciona fracassos, que quase afundou seu último emprego e que estava esquecido no mercado porque ninguém queria contratá-lo. Esse substituto chega e destrói o que foi construído. Sob seu comando, a empresa volta a ser uma zona: funcionários fingem obediência enquanto ele vive a ilusão de que manda. Ele não tem comando, não tem respeito e comete o erro patético de pedir consideração a quem vê o desastre de fora, esquecendo que respeito se conquista, não se implora.
A queda é nítida, mas para ele são apenas ''questões pontuais''. O mundo enxerga a sua fraqueza e a falta de evolução, fruto de uma indicação política e não de mérito. Ele só permanece lá porque o amigo o sustenta. O sujeito não se enxerga; usa palavras difíceis e posa de intelectual da estratégia, mas não sabe colocar nada em prática. Os subordinados passaram do respeito para a pena. Tentam melhorar por dó, mas o fracasso é inevitável porque ele não desperta ambição em ninguém.
Dito isso, senhor Roger, reforço: respeito se conquista. Você entrou pelas portas do fundo, forçado, sabendo que a torcida não o queria. Até agora, não mostrou nada. Vitórias magras não convencem ninguém e nunca convenceram, pois você é medíocre — ou menos que isso. Seu trabalho é nulo. Dorival chegou com autoridade; Crespo conquistou o grupo sem precisar de compadrio. Deixe de arrogância, você não é e nunca será digno de comandar o SPFC. Vá estudar filosofia ou adestramento de pets por assobio, já que trata jogadores como animais. Quem sabe, com cães, você consiga algum resultado."

Precisa que desenhe mais? Vai embora do pois não queremos você aqui, quis força as coisas achando que bastava ter costa protegida, só que não basta. Seja homem e mostre o mínimo de dignidade saindo fora. Disse que desistir não é o exemplo que quer dar pras suas filhas. Acaso chegar em um lugar por QI e permanecer lá por pena e por ter amigo lá e não por mérito é um exemplo de orgulho pra você dar pra elas?

Vai ser vaia todo jogo e uma hora vai ter que sair de um jeito ou de outro.


editado por Cemporcento

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