Fielzão só ficará pronto em 2015

Fielzão só ficará pronto em 2015

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Corinthians só poderá usar Fielzão em
2015, diz arquiteto do estádio
Aníbal Coutinho explicou que obra só terminará depois da Copa do Mundo de 2014


A arena só seria liberada após o Mundial, em 2015 São Paulo, SP, 07 (AFI) - O tão sonhado estádio corintiano pode ficar pronto apenas em 2015. Segundo o arquiteto do "Fielzão", Aníbal Coutinho, a arena só seria liberada para o "bando de loucos" após o Mundial, em 2015, graças às obras de readaptação da estrutura que serão feitas após a Copa.



E MAIS:

Empresa mantém custo do Itaquerão em R$ 1 bilhão e irrita Corinthians
A construtora Odebrecht decidiu não aceitar a Serpal como participante do projeto e divulgou internamente que o orçamento da obra ficará um pouco acima de R$ 1 bilhão, com possibilidade de reajustes, caso surjam problemas a partir da segunda fase da terraplanagem.
UOL 08/07/2011 03h00


O Corinthians sofreu nesta quinta-feira um grande revés para a construção do seu estádio no bairro de Itaquera, na Zona Leste de São Paulo. A construtora Odebrecht decidiu não aceitar a Serpal como participante do projeto e divulgou internamente que o orçamento da obra ficará um pouco acima de R$ 1 bilhão, com possibilidade de reajustes, caso surjam problemas a partir da segunda fase da terraplanagem. Assim, aumentam as dúvidas sobre se o Itaquerão estará apto a receber a abertura da Copa do Mundo de 2014.

“Os conselheiros do Corinthians vão levar um susto enorme. Isso parece um incêndio, seguido por dilúvio”, comparou uma fonte ao UOL Esporte. A informação foi recebida pelo diretor de marketing Luis Paulo Rosemberg, na hora do almoço, “e o ambiente ficou muito ruim. A proposta da Odebrecht não ajuda ninguém”, disse um executivo que participa dessa negociação entre bancos, construtoras e o Corinthians.

Após o almoço, Rolemberg negou que tivesse conversado sobre a obra por telefone:

"Ainda estamos negociando para baixar o preço. Não recebi telefonema sobre o valor final da arena", disse o diretor de marketing corintiano.

“Pela proposta da Odebrecht”, explicou a fonte, “o preço final pode subir se algum problema não previsto surgir. A empresa bancaria o empréstimo junto ao BNDES (de R$ 400 milhões), usaria o limite de R$ 420 milhões de isenção concedido pela Prefeitura e o Corinthians ainda teria de arrumar mais R$ 300 milhões para fechar a conta acima de R$ 1 bilhão”.

O Corinthians contava com a participação da Serpal para diminuir o valor das obras para algo em torno de R$ 700 milhões. O drama da engenharia financeira teve um efeito explosivo nas relações dos principais interessados na obra. O BNDES e o Banco do Brasil não aceitam o Corinthians como garantia.

“Nada que é do Corinthians pode ser aceito como garantia. Rendas futuras, marketing, e direitos sobre o nome comercial da nova arena (naming rights) não significam nada para o sistema financeiro”, garantiu outra fonte sob a condição de seu nome ser mantido sob sigilo.

O protocolo de empréstimo do BNDES estabelece que, se a empresa contratante estiver na Bolsa de Valores com ações no primeiro mercado, a garantia será de 100 % do valor emprestado. Se a empresa contratante não estiver na Bovespa, a garantia exigida chega a 130% do valor total da operação.





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