Sem entrar em campo há seis partidas oficiais pelo São Paulo Futebol Clube, o meia Cauly vive um momento de incerteza técnica e grande impacto financeiro nos bastidores do CT da Barra Funda. A ausência prolongada do atleta das opções do técnico Dorival Júnior garantiu ao Tricolor uma economia imediata de 600 mil euros (aproximadamente R$ 3,5 milhões).
A quantia deixará de ser paga ao Bahia porque o jogador não conseguirá mais atingir uma das metas de produtividade previstas no contrato de empréstimo: disputar 40 partidas atuando por pelo menos 45 minutos. Atualmente, Cauly tem 13 jogos com essa minutagem, e o São Paulo fará, no máximo, mais 25 exibições na temporada 2026.
Alerta ligado: meta de compra obrigatória de R$ 12,3 milhões
Se por um lado o clube eliminou o bônus intermediário, por outro a diretoria são-paulina monitora com atenção a cláusula de compra definitiva. Para que o gatilho de aquisição obrigatória seja acionado, Cauly precisa atingir a marca de 20 jogos com ao menos 45 minutos em campo.
Como já acumula 13 partidas nesse formato, restam apenas **sete jogos** para que o Tricolor seja obrigado a desembolsar **2 milhões de euros (cerca de R$ 12,3 milhões)** para ter o meia em definitivo junto ao Esquadrão de Aço.
Opção de Dorival Júnior e ritmo em jogo-treino
Cauly não atua desde a derrota para o Fluminense, no dia 16 de maio. O jogador chegou a desfalcar a equipe por quatro partidas devido a dores no músculo adutor, mas já está totalmente recuperado do problema físico. No entanto, desde o retorno das competições após a pausa para a Copa do Mundo, o camisa 8 ainda não recebeu oportunidades de Dorival Júnior em partidas oficiais.
Para manter o ritmo de jogo, o meio-campista foi escalado entre os titulares no jogo-treino do último sábado, em que o São Paulo goleou o Ituano por 4 a 0 no CT da Barra Funda. O jogador pertence ao Tricolor até o fim do ano em operação que abateu dívidas dos baianos pelas vendas de Michel Araujo e Rodrigo Nestor, somando até aqui 20 jogos e um gol com a camisa são-paulina.
E aí, torcedor do Tricolor? O São Paulo deve escalar Cauly e pagar os R$ 12,3 milhões pela compra definitiva ou manter o meia no banco? Deixe seu comentário abaixo e participe do debate!