Um Pouco de História
Segundo Orlando Duarte, “Dos grandes do futebol paulista, o atual São Paulo Futebol Clube é o caçula, fundado que foi apenas em 1935. Apesar disso, sua torcida é a mais antiga, tendo dez anos mais que a do centenário Corinthians, o decano dos clubes de primeira linha. Tudo porque o Tricolor, se nem sempre teve vínculo jurídico com agremiações anteriores – e o Paulistano e o São Paulo da Floresta, embora as mais lembradas, não são as únicas -, certamente herdou seus adeptos. É uma história que começa lá atrás, no fim do século XIX. Assim, tenham só um pouquinho de paciência até a bola rolar.” (DUARTE, Orlando, São Paulo FC, o supercampeão, página 19).
O São Paulo Futebol Clube derivou de várias outras agremiações, como o Sport Club Internacional, o Paulistano e o São Paulo da Floresta. Essa pode ser considerada uma explicação para o fato de o clube possuir uma das maiores torcidas do país. O primeiro título do clube veio apenas em 1931, como São Paulo da Floresta e, até os dias atuais, isso é discutível, pois correntes afirmam que o clube da Floresta não possui vínculo jurídico com o São Paulo atual. A “Era da Floresta” teve o seu fim em 14 de maio de 1935.
O reinício se deu na Rua Onze de Agosto – atual Praça da Sé – em um escritório de advocacia, onde quinze pessoas se reuniram com o objetivo de refundar o clube. Em 16 de dezembro do mesmo ano mais 73 pessoas assinaram a ata da fundação oficial do clube.
A primeira partida oficial do clube foi realizada em 25 de janeiro de 1936, no Parque Antarctica, contra a Associação Atlética Portuguesa, de Santos, e terminou com a vitória tricolor por três a dois. O primeiro tento oficial da história do clube foi de Antônio Bertoletti, o Antoninho.
Em 1942, o São Paulo Futebol Clube já era o quarto clube em números de associados do estado, perdendo apenas para o Tietê, o Corinthians e o Palestra. No mesmo ano, o clube recebeu uma proposta da Diretoria de Esportes do Estado de São Paulo e da Associação Alemã de Esportes no sentido de assumir o estádio do Canindé. Para isso, o São Paulo teria que assumir uma dívida e locar o espaço de um casal de italianos. Em 1944, o clube adquiriu o espaço, porém, ele o utilizava somente com CT e sede do administrativo (a partir de 1944).
Paralelo a esse fato, o São Paulo Futebol Clube reinou absoluto no estado na década com as conquistas dos estaduais de 1943, 1945, 1946, 1948 e 1949. O grande destaque da equipe nesses anos foi Leônidas da Silva, o “Diamante Negro”, que apesar de uma idade já um pouco avançada foi o principal nome no que se refere a esses títulos. Outros destaques foram os meias Luizinho e Bauer e os atacantes Gino Orlando, Sastre, Remo e Pardal. Em 1953, o São Paulo conquistou o último título da era pré-Morumbi. Com duas rodadas de antecipação, o time sagrou-se campeão paulista daquele ano ao vencer o santos Futebol Clube por 3 a 1 na casa do inimigo.
No início da década de 50, o sentimento por parte da diretoria do clube era o de que, com o crescimento avassalador nos anos anteriores, o São Paulo precisava de um espaço maior e mais adequado para mandar os seus jogos.
Em meados de 1951, o clube conseguiu um aval para um empréstimo de Cr$ 5.000.000,00 com a Caixa Econômica Estadual para que o seu sonho continuasse vivo. De encontro a esses fato, aconteceu de vários proprietários de lotes na região do Morumbi resolverem se desfazer dos mesmos. A Imobiliária Aricanduva adquiriu o local com o objetivo de realizar um loteamento comercial.
Em 4 de agosto de 1952, o São Paulo Futebol Clube adquiriu um terreno de quase 100.000 m2 junto a imobiliária, que era bastante interessada em divulgar suas ações. A ajuda do São Paulo Futebol Clube nesse processo de divulgação era fundamental.
O passo seguinte foi o clube conseguir arrecadar recursos para viabilizar a obra. Após várias discussões, a diretoria do clube aprovou um projeto do escritório Vilanova Artigas que previa uma capacidade de 120.000 pessoas no estádio.
Em 10 de março de 1953, o clube apresentou uma maquete da futura praça de esportes que, inicialmente contava, além do estádio, com um ginásio poliesportivo e várias outras praças de esportes.
A construção do estádio começou entre 1956 e 1957, mas o “Morumbi” foi inaugurado somente em 2 de outubro de 1960, com a vitória do tricolor sobre a equipe do Sporting de Portugal pela contagem mínima. O primeiro gol do estádio foi marcado por Arnaldo Poffo Garcia, o “Peixinho” aos 14 minutos do primeiro tempo.
O estádio ainda teve que passar por diversas obras até que, após várias ações de arrecadamento de dinheiro, foi completamente concluído no final de 1969. O primeiro jogo no estádio concluído foi realizado propositalmente em 25 de janeiro de 1970, mesma data do primeiro jogo oficial do clube, e teve a presença do Futebol Clube do Porto de Portugal. O prélio, que terminou empatado em um gol, teve um público de mais de 105.000 pessoas.
Há de se ressaltar que, nesses anos de construção do estádio, o clube passou por uma grande “seca” de títulos, visto que não tinha nenhuma ajuda governamental no processo e todos os esforços eram convergidos para a realização do sonho de possuir o maior estado particular do mundo.
Não é coincidência quando se percebe que esse alto jejum de títulos foi do ano do início das obras do Morumbi, em 1957, até o ano da conclusão total da obra, em 1970. Nesse ano, liderado por craques como Gérson, Pedro Rocha, Pablo Forlán e Toninho Guerreiro, o São Paulo Futebol clube saiu da fila na penúltima rodada, ao ganhar de 2 a 1 do Guarani de Campinas. Na última rodada, o Corinthians, que já passava por um não menos incômodo jejum de 16 anos sem títulos, teve que entregar as faixas aos jogadores tricolores. No ano seguinte, a equipe conquistou o bicampeonato em uma disputa ponto a ponto com o Palmeiras até a última rodada.
A expectativa de conquistas nacionais e internacionais “bateu na trave” algumas vezes, com os vice-campeonatos brasileiros de 1971 e 1972 e com o vice-campeonato da “Libertadores da América” de 1974, após a disputa de um jogo extra com a grande equipe do Independiente da Argentina. No ano seguinte, o tricolor voltou a conquistar o título paulista em uma disputa por pênaltis contra a Portuguesa de Desportos.
O ano de 1977 foi marcado pela primeira conquista nacional do clube, em uma emocionante final contra o Clube Atlético Mineiro no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. Após um empate sem gols no tempo normal e na prorrogação, o São Paulo venceu a disputa por pênaltis por 3 a 2, sagrando-se assim campeão brasileiro daquele ano. O destaque do jogo final foi o arqueiro Waldir Perez, que usou da famosa “catimba” para enervar os cobradores do clube mineiro a hora da decisão.
No início dos anos 80, com a conquista do bicampeonato paulista de 1980 e 1981, a equipe passou a ser conhecida sob a alcunha de “Máquina Tricolor”, pois dominou completamente o cenário do futebol paulista daquela época. Em 80, o São Paulo venceu o Santos em dois jogos finais que terminaram com o placar de 1 a 0 para o tricolor, com gols de Serginho “Chulapa”, até hoje o maior artilheiro da história do clube com 242 gols, nas duas partidas. No ano seguinte, o tricolor confirmou a hegemonia com uma vitória sobra a Ponte Preta de Campinas por 2 a 0 no jogo final, gols de Renato e, novamente, Serginho “Chulapa”.
Em 1985, o São Paulo foi novamente campeão paulista com uma campanha arrasadora, vencendo a Portuguesa de Desportos em 2 jogos. A equipe contava com o já consagrado craque Careca e também tinha a presença de muitos jogadores jovens, como Muller, Sidnei e Silas. Por esse motivo o time daquele ano ficou conhecido como o “Time dos Menudos”, referência a um conjunto musical porto-riquenho que continha um apelo muito jovem em suas composições.
No ano subsequente, o bicampeonato brasileiro chegou com uma suada vitória na final sobra a equipe do Guarani de Campinas. Após um empate em 1 gol no tempo regulamentar, a equipe perdia a prorrogação por 3 a 2 até o craque Careca fazer um gol na última volta dos ponteiros do relógio do estádio “Brinco de Ouro da Princesa”. Em seguida, a equipe venceu a decisão por pênaltis por 4 a 3 calando a maioria “bugrina” no estádio.
Nos anos seguintes, a equipe conquistou novamente os campeonatos paulistas de 1987 e 1989, com vitórias sobre o rival Corinthians e o São José, do interior paulista, nas respectivas finais.
No início da década de 90, o clube contratou o consagrado técnico Telê Santana e iniciou uma das maiores sequencias vitoriosas do futebol brasileiro até hoje. A equipe contava com nomes como Zetti, Raí, Cafu, Muller, Palhinha, entre outros e com a orientação do “Grande Mestre” Telê conquistou, no ano de 1991, o campeonato paulista vencendo por 3 a 0 o Corinthians no primeiro jogo das finais e o terceiro título brasileiro com uma suada vitória sobre a equipe do Bragantino, da cidade de Bragança Paulista, interior de São Paulo, por 1 a 0 no primeiro jogo. A coincidência é que todos os dois títulos foram conquistados com empates sem gols nos prélios decisivos.
O ano seguinte veio a confirmar a tendência vitoriosa da equipe com a primeira conquista continental, a da “Libertadores da América”, com uma campanha irrepreensível e uma emocionante vitória nos pênaltis contra a equipe do Newell´s Old Boys da Argentina. O craque Raí foi o autor do gol tricolor no tempo normal e o goleiro Zetti o autor da defesa final na decisão por penalidades máximas que consagrou o time como o “Campeão da América”. No final do mesmo ano, a equipe foi disputar pela primeira vez o título mundial no Japão e venceu o Barcelona por 2 gols a 1, com destaque novamente para Raí, autor de todos os tentos tricolores na partida. O interessante é que essa decisão foi realizada entre a primeira e a segunda partida das finais do campeonato paulista daquele ano, em que o São Paulo conquistou o bicampeonato ao derrotar a Sociedade Esportiva Palmeiras. O ano de 1992 é até hoje considerado o mais vencedor da história do clube.
Em 1993, o bicampeonato continental chegou com uma campanha ainda mais vencedora e consagrada com uma implacável goleada por 5 a 1 sobre a equipe da Universidad Católica, do Chile. Na partida de volta, em Santiago, no Chile, a derrota por 2 a 0 não diminuiu nem um pouco a euforia com a inédita conquista. No fim do ano, a equipe foi novamente a Tóquio, no Japão, para disputar a final do torneio intercontinental com a não menos importante equipe do Milan da Itália. O jogo foi ainda mais emocionante que o do ano anterior, com sucessivas deu a vitória por 3 a 2 e o bicampeonato mundial. Em 94, o tricolor quase conquistou a América pela terceira vez consecutiva, mas perdeu a final nos pênaltis para a equipe do Vélez Sarsfield da Argentina
Nesses anos, o São Paulo Futebol Clube conquistou também o bicampeonato da “Recopa Sulamericana” em 1993 e 1994, a “Taça Conmebol” em 1994 e a “Supercopa da Libertadores da América” em 1993, em uma final muito disputada com o Flamengo do Rio de Janeiro.
Após a saída de Telê Santana do comando da equipe no início de 1996, o clube viveu uma pequena “seca” de títulos até a conquista do paulista de 1998, o primeiro com o possível maior ídolo da história do clube em todos os tempos como titular, o goleiro-artilheiro Rogério Ceni. A partida final foi disputada contra o Corinthians e teve a vitória tricolor por 3 a 1, com destaque para o meia Denílson, com seus malabarismos, e para o atacante França, que fez dois gols na final. O meia Raí também retornou ao clube naquele ano, vindo do Paris Saint Germain, da França, e fez o primeiro gol da final.
Essa época ficou marcada pela inovação que o goleiro Rogério Ceni trouxe ao cenário futebolístico mundial, marcando muitos gols de falta em cobranças quase sempre perfeitas. Uma dessas faltas foi a do jogo final do Campeonato Paulista de 2000, contra o Santos, que abriu caminho para a conquista. O placar final da partida foi 2 a 2 e, devido a vitória pela contagem mínima no jogo anterior, o São Paulo de Rogério Ceni comemorou o título.
Nos anos seguintes, o destaque foi o atacante Luís Fabiano, que fez mais de cem gols pela equipe, apesar de não ter conquistado nenhum título de expressão.
Após algumas reformulações, a equipe chegou ao ano de 2005 sem muita expectativa de conquistas, mas logo no início do ano, sob o comando do técnico Emerson Leão, o tricolor já conquistou o Campeonato Paulista daquele ano. Dois meses depois, já sob o comando de Paulo Autuori, o São Paulo chegava novamente à decisão da “Libertadores da América”. Em uma inédita final brasileira contra a equipe do Atlético Paranaense e após um empate por 1 a 1 no primeiro jogo, realizado no estádio do Beira-Rio, em Porto Alegre, o São Paulo fez 4 a 0 no rival e conquistou a América pela terceira vez. Os destaques da campanha, entre outros, foram, além, é claro, do goleiro Rogério Ceni, os laterais Cicinho e Júnior, o zagueiro uruguaio Diego Lugano, os volantes Josué e Mineiro e os atacantes Luizão e Amoroso.
O Campeonato Brasileiro daquele ano serviu como preparação da equipe para a disputa do primeiro “Mundial de Clubes da FIFA”, que seria realizado no Japão. O São Paulo estreou no torneio contra a equipe do Al-Ittihad, da Arábia Saudita e venceu por 3 a 1. A final foi realiza no estádio internacional de Yokohama, palco da final da Copa do Mundo de 2002, no dia 18 de dezembro e o São Paulo venceu a equipe do Liverpool, da Inglaterra por 1 a 0, gol do volante Mineiro, com uma atuação praticamente perfeita do arqueiro Rogério Ceni que salvou a equipe diversas vezes. Após esse feito, o São Paulo entrou definitivamente para a galeria das grandes agremiações do mundo.
O ano de 2006 começou com a ida do técnico Paulo Autuori para o Japão. Com isso, a equipe passou a ser comandada pelo ex-auxiliar de Telê Santana, Muricy Ramalho. Na realidade essa era a segunda vez que Muricy assumia a equipe profissional do São Paulo, mas na primeira não havia obtido sucesso.
A equipe dedicou o primeiro semestre quase que inteiramente para a disputa da “Libertadores da América”. Mesmo assim, conseguiu chegar ao vice-campeonato paulista ficando apenas um ponto atrás do Santos Futebol Clube.
O time ainda conseguiu chegar à final do torneio sul-americano, após vitórias inesquecíveis sobre o Palmeiras, o Estudiantes, da Argentina, e o Chivas Guadalajara, do México. No primeiro jogo da final, o São Paulo foi surpreendido em casa ao perder para o Internacional de Porto Alegre por 2 a 1, com uma atuação memorável do colorado Rafael Sóbis. No encontro da volta, o tricolor quase surpreendeu o Internacional no Beira-Rio ao conseguir empatar uma partida que praticamente estava perdida aos 40 minutos do segundo tempo, com um gol do meia Lenílson. Nos acréscimos, o atacante Alex Dias mandou uma bola na trave e quase concretizou a ida à prorrogação e a permanência do sonho do tetra da “Libertadores da América”.
No segundo semestre, após a realização da Copa do Mundo da Alemanha, o São Paulo dedicou-se completamente ao Campeonato Brasileiro, abrindo uma vantagem bastante considerável sobre os demais. O tetra brasileiro veio na 36ª. rodada após um empate em um gol com o Atlético Paranaense, no estádio do Morumbi completamente lotado. No jogo seguinte, em um Morumbi completamente encharcado pelas chuvas que ocorriam na capital paulista, o tricolor recebeu as faixas com uma vitória sobre o Cruzeiro por 2 a 0, com direito a um gol de falta do goleiro Rogério Ceni.
No ano seguinte, o São Paulo repetiu quase que inteiramente o itinerário do anterior. Foi eliminado nas semifinais do paulista, dessa vez sendo goleado pelo São Caetano na segunda partida por 4 a 1. Na “Libertadores da América” foi eliminado pelo Grêmio de Porto Alegre, outro brasileiro, ainda nas oitavas de final.
O Campeonato Brasileiro se iniciou em maio daquele ano e, após o final do primeiro turno, o São Paulo pegou a liderança do torneio e não largou mais. O grande diferencial da equipe foi a sua defesa, composta por Rogério Ceni e os zagueiros Miranda, André Dias e Breno, que terminou o torneio sofrendo apenas 19 gols. O jogo decisivo aconteceu na 33ª. rodada, novamente no Morumbi, perante 70.000 pessoas, contra a equipe do América de Natal. O São Paulo venceu por fáceis 3 gols a 0, gols de Hernanes, Miranda e Dagoberto, e emplacou seu quinto título brasileiro. Rogério Ceni foi considerado o melhor jogador do torneio.
Em 2008, tudo aconteceu quase exatamente igual ao ano anterior. O time foi eliminado na semifinal do brasileiro, dessa vez pelo rival Palmeiras e perdeu para a equipe do Fluminense, novamente um brasileiro, nas quartas de final da “Libertadores da América”.
No brasileiro daquele ano, o time oscilou bastante e só engrenou após um empate no Mineirão contra o Atlético Mineiro, onde o técnico Muricy Ramalho propôs uma espécie de “pacto para a vitória”. O hexacampeonato veio só na última rodada uma vitória sobre a equipe do Goiás, no estádio Bezerrão, na cidade satélite de Gama, Distrito Federal, por 1 a 0, gol de Borges, um dos destaques da equipe, ao lado de Rogério Ceni e de Hernanes, considerado o “craque do campeonato”.
Com essa conquista, o São Paulo Futebol Clube alcançou um feito inédito, pois se tornou o único clube tricampeão brasileiro de forma seguida, feito que dificilmente será alcançado por outra agremiação.
Em 2009, Muricy Ramalho foi substituído por Ricardo Gomes e a equipe foi eliminada novamente por um brasileiro na Libertadores, o Cruzeiro de Belo Horizonte e novamente na semifinal do paulista, pelo Corinthians. No brasileiro, o time disputou o título até a última rodada, mas ficou na terceira colocação, que lhe garantiu a sétima participação seguida em “Libertadores da América”, outro feito inédito do tricolor.
Em 2010, o ano foi marcado pela eliminação da Libertadores, na semifinal, pelo Internacional de Porto Alegre, que viria a se sagrar campeão do torneio e por uma participação apenas razoável no brasileiro.
Em 2011, o grande feito do São Paulo Futebol Clube foi a comemoração do centésimo gol do goleiro Rogério Ceni, justamente em uma partida contra o seu maior rival Corinthians, realizada na Arena Barueri, que teve a vitória tricolor por 2 a 1. Outros grandes feitos foram a consumação do garoto Lucas como um dos maiores craques do futebol brasileiro atual e a repatriação do craque Luís Fabiano, um dos maiores artilheiros da história do clube.
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