Deuses da Raça: Diego Lugano
Diego Alfredo Lugano Moreno nasceu em Canelones, no Uruguai, em 2/11/1980. Revelado pelo Nacional de Montevidéu, em 1999, La Tota permaneceu no clube da capital até 2001, quando se transferiu para o Plaza Colonia, também do Uruguai. Em 2003, o uruguaio chegou ao São Paulo repleto de desconfiança. O treinador da época, Oswaldo de Oliveira, não aprovara sua contratação e Lugano foi taxado como "O zagueiro do presidente" no começo de sua história pelo clube, já que o grande Marcelo Portugal Gouvêa, presidente da época, bancou sua contratação. Oswaldo de Oliveira "boicotou" o zagueiro Celeste enquanto esteve no clube. Com sua saída, ainda no ano de 2003, Diego recebeu mais oportunidades e, com a típica raça e vontade uruguaia, foi se firmando.
Com outro gringo no comando do clube, o chileno Roberto Rojas, Lugano foi se tornando referência (e São-Paulino). Naquela edição do Campeonato Brasileiro, o São Paulo terminou na terceira colocação e voltou para a Libertadores após 10 anos de ausência. Ao longo dos seus três anos no clube, o São Paulo teve muitos zagueiros, todos que chegavam eram para ser companheiros de Diego Lugano, titular absoluto da posição.
Em 2004, na eliminação do São Paulo nas semifinais da Libertadores, Lugano foi um dos jogadores que ficou mais abatido, juntamente com Rogério. Seu respeito pelo clube, sua identificação, seriedade e entrega, fizeram com que o uruguaio ganhasse um repeito muito grande do nosso M1TO e hoje eles são grandes amigos, com uma admiração mútua entre ambos.
Em 2005, o ano perfeito. Já ídolo (mesmo sem nenhum título), Lugano foi um dos pilares do São Paulo multicampeão. Na Libertadores, uma das cenas mais marcantes se passou ao final do jogo River Plate 2 X 3 São Paulo, em Buenos Aires, que confirmou o São Paulo na decisão. No apito final, Lugano foi correndo até Rogério e pulou em cima do nosso Capitão, sendo carregado por ele por alguns metros. Em dezembro, Lugano ficou marcado de vez como um dos maiores ídolos da história do clube, vencendo o Mundial de Clubes contra o Liverpool (ING), com direito a carrinho no joelho do que se dizia "imbatível", o volante inglês Gerrard. Cena marcante. Foi uma atuação sensacional dele, do sistema defensivo inteiro, do time e, claro, de Rogério Ceni.
Lugano se despediu do clube após a derrota na final da Libertadores de 2006, indo para o Fenerbahçe (TUR). Foi ídolo e capitão por lá também e saiu apenas devido a alguns escândalos que envolveram o clube turco por apostas em jogos. Foi para o PSG (FRA) onde está até hoje, de certa forma encostado, já que sequer tem ficado no banco e não foi inscrito entre os 25 jogadores que disputam a Champions League.
O capitão da Seleção Uruguaia (seleção essa que, juntamente com os outros três grandes uruguaios que fizeram história no clube, ele colaborou muito para que inúmeros São-Paulinos torçam pela Celeste como se tivessem nascido no Uruguai. Dentre esses torcedores, eu) já disse que irá repensar seu futuro e há grandes possibilidades de ele voltar ao Tricolor já em janeiro de 2013. Seria um presente e um grande reforço para nós e ele se encerraria a carreira no clube que torce e onde é idolatrado até hoje.
Curiosidades, Números e Títulos de Lugano:
- Lugano tinha como costume raramente trocar a camisa após o jogos, alegando que a camisa do clube era sagrada para o torcedor. Em caso de derrota, ele jamais trocava. Dizia que o time perdeu, o torcedor ia para casa triste e ele não podia trocar a camisa como se nada tivesse acontecido.
- Em 2006, na semifinal da Libertadores entre Chivas Guadalajara X São Paulo, no México, Rogério Ceni foi bater o pênalti que daria a vitória ao Tricolor no jogo de ida, e o atacante Bautista ficou falando um monte de besteiras no ouvido do M1TO, para fazer pressão. Lugano chegou "peitando" o jogador mexicano, trocando "elogios" com ele até a batida do pênalti. Tirou-o de perto do Rogério.
- Até hoje, Lugano faz juras de amor ao São Paulo e diz que quer encerrar a carreira no clube. Só não dá certeza pois ele alega não saber se vai ter condições físicas de jogar sem prejudicar a entidade. Ao sair, ele sempre declarou que iria voltar de maneira competitiva, para ajudar, e não apenas para encerrar a carreira. Ídolo.
- Por onde vai, seja com o clube ou com a Seleção Uruguaia, Lugano carrega uma garrafinha do São Paulo. A mesma desde o tempo em que jogava pelo Maior do Mundo. A paixão dele pelo SPFC não é da boca para fora, é comprovada por atitudes. Lugano está marcado na história do clube e vice-versa.
- Por ser uruguaio, Lugano tem um estilo firme de jogar, que algumas pessoas confundem com desleal, principalmente no Brasil. Os adversários o taxaram assim. Mas em 197 partidas pelo clube, Lugano recebeu apenas dois vermelhos. Ambos por reclamação e em seu último ano de SPFC (2006).
Lugano disputou 197 partidas pelo São Paulo, marcando 11 gols. Sua estreia foi em 11 de maio de 2003, pelo Campeonato Brasileiro, em um empate por 2 X 2 contra o Atlético/MG, no Morumbi. Sua última partida foi em 16 de agosto de 2006, no empate contra o Internacional, no Beira-Rio, que decretou o vice-campeonato São-Paulino da Libertadores.
Lugano é bicampeão uruguaio pelo Nacional (URU), em 2000 e 2001, e campeão da Liga Pré-Libertadores da América de 1999. Pelo São Paulo, foi campeão Paulista, da Libertadores e do Mundial, em 2005, e campeão brasileiro, em 2006. No Fenerbahçe, foi bicampeão turco (2006/2007 e 2010/2011) e da Supercopa da Turquia (2007). Como capitão, foi responsável por levantar a taça de campeão da Copa América de 2011, pela Seleção Uruguaia.
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