O São Paulo estreia na Libertadores diante do Atlético-MG nesta quarta-feira sonhando com o tetracampeonato da competição, considerada por qualquer clube brasileiro como a mais importante do ano. Muito diferente do que era há 11 anos, em 1992, quando o mesmo São Paulo conquistou seu primeiro título na competição.
Naquele ano, o próprio São Paulo não pretendia se esforçar muito naquela competição. O técnico Telê Santana queria entrar em campo com uma equipe reserva para poder priorizar as disputas das competições nacionais. A diretoria tricolor, porém, o convenceu do contrário.
“O Telê ia jogar com o time B. A Libertadores não era rentável, a arbitragem era tendenciosa e nem exame antidoping existia”, lembra o goleiro Zetti, herói da decisão contra o Newell’s Old Boys.
Retratos muito diferentes de hoje em dia. Pelo menos na questão da importância da competição aqui no Brasil. “Não foi nem por conta da parte econômica que mudou, mas pelo sentimento de ser campeão. O clube muda, o dia-a-dia é diferente quando se disputa a Libertadores”, admite Ney Franco, técnico atual do São Paulo.
Os próprios números comprovam a mudança do status da competição. Antes de 1992, os clubes brasileiros haviam ganho apenas 5 das 32 disputadas. Depois, foram 21 edições, 18 finais e 11 títulos. Desde 2005, pelo menos um clube do país sempre esteve na decisão.
1992: o ano em que o São Paulo ganhou a Libertadores e mudou a história do torneio no Brasil
Fonte ESPN
13 de Fevereiro de 2013
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