Osvaldo agradece a Ceni e Ney Franco por 'melhor fase da carreira' e vê Seleção cada vez mais perto

Fonte Lancenet
Quem acompanha hoje a ótima fase do atacante Osvaldo mal consegue imaginar que, um ano atrás, o camisa 17 não chegava nem a entrar na lista de relacionados para os jogos do São Paulo.
À época treinado por Emerson Leão, o são-paulino diz que o ex-treinador não conversava muito com ele e nunca justificou o por quê de o atleta não ser efetivamente aproveitado na equipe.
– Com o Leão não tive tantas oportunidades, né? A maioria das vezes entrando no segundo tempo... E é difícil quando você entra mostrar com seu futebol com 20, 15 minutos. Com a chegada do Ney Franco, tudo mudou – disse Osvaldo, durante entrevista na redação do LANCE! na última sexta-feira.
E assim como o futuro do jogador mudou nas mãos de Ney, muda também a sua fala quando comenta a respeito do técnico:
– O Ney Franco é um cara que eu admiro muito pelo jeito de ser, direto com a gente. Espero estar sempre à disposição dele porque é um cara que me ajudou muito.
Mas o atual comandante não foi o único responsável pelo crescimento de Osvaldo no São Paulo. O atacante deve muito de seu sucesso no Morumbi a um ídolo não só dele, mas de todos os são-paulinos: Rogério Ceni, a quem homenageou com um gol sobre o Bolívar (BOL), um dia depois do aniversário do capitão tricolor.
– Lembro como se fosse hoje: tinha ficado fora da relação e pedalava na academia. Ele chegou e disse para eu não desanimar, que futebol é muito dinâmico e eu poderia ser titular. Isso ficou para mim. Quando fiz o gol, só pensei em abraçá-lo – revelou.
Hoje, Osvaldo acredita que vive seu melhor momento na carreira. Fase que o faz pensar inclusive em Seleção, algo que admite ser um sonho que “clareia cada vez mais”.
Antes, há o desejo de conquistar a Libertadores. Para isso, tem que cantar de galo, nesta quarta, no terreiro atleticano.
Ceni recorda dificuldades do atacante em 2012
Homenageado por Osvaldo no confronto com o Bolívar (BOL), na partida de ida da primeira fase da Libertadores, no Morumbi, Rogério Ceni concedeu entrevista coletiva após o jogo e agradeceu o camisa 17 pelo gol em sua homenagem.
Ainda, o capitão se lembrou das dificuldades que o atacante enfrentou com Leão em seu início com o São Paulo.
– Fiquei contente porque ele não falou nada para mim antes de começar o jogo. Foi um golaço, de esquerda. Fiquei contente por ele atravessar o campo e me dar o abraço. Principalmente pelo ano passado, pela forma como foi tratado aqui, falei para ter calma. Hoje é peça importante, principalmente com a saída do Lucas. Temos de ter cuidado, preservá-lo, porque ele é fundamental – disse o arqueiro são-paulino à época.
Bate-bola com Osvaldo, na redação do LANCE!:
Ney Franco tem tentado manter o esquema de 2012, mas ainda não achou o substituto de Lucas. O que pode ser feito com o grupo?
É um esquema que ele gosta de jogar, tem dito isso para a gente sempre, é um esquema que tanto nós nos adaptamos bem como ele também gosta. A questão de achar o jogador do lado direito, tenho certeza de que logo alguém vai ter sequência ali e vai dar conta do recado, pois temos atletas de qualidade que podem fazer essa função.
Como está o “clima de Libertadores” no clube, dentro do elenco?
É diferente, você vê todas as equipes que estão na Libertadores procurando se reforçar, buscando ao máximo vencer. O São Paulo quando entra, entra para vencer e tem um peso muito grande na competição. Tem Atlético-MG, Corinthians também, o Fluminense, campeão brasileiro. Mas o São Paulo quando entra na Libertadores, os outros respeitam muito. Temos consciência de que podemos vencê-la. Vai ser a melhor dos últimos anos.
O Galo não disputa o torneio desde 2000. Acha que isso pode atrapalhar de alguma forma, pela ansiedade ou pressão?
Vamos ter de aguentar os 15 minutos iniciais, vai ser uma pressão muito grande. A torcida do Atlético-MG empurra muito a equipe. A gente sabe que, segurando essa pressão, teremos oportunidade de sair no contra-ataque. Pode atrapalhar se não conseguirem o gol.
Você tem meta de gols, assistências? É um cara que pensa nisso?
No ano passado busquei uma meta de dez gols (marcou 11), como era o primeiro ano, adaptação. Nesse ano busco uma meta de 20 gols (já tem dois). Sei que é difícil, mas a gente tem de trabalhar com metas. Assistências não coloco na cabeça quantas tenho de dar, mas é minha função também, sou jogador mais de assistências do que de gol.
E quem pode ajudá-lo mais a chegar na meta, Jadson ou Ganso?
Ah, os dois, né (risos). Jogando junto, sabemos que são jogadores que costumam dar mais assistência e para o atacante é muito bom né. Ganso, é claro que ainda vai chegar na forma física ideal dele e vai nos ajudar bastante.
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