- Estou igual dólar: sou cotado todo dia. Não teve nada, fico feliz de ser ventilado, mas não tem nada - disse o treinador, que, durante a campanha do Bugre no Campeonato Paulista, também teve seu nome ligado ao clube do Morumbi.
A especulação foi tão grande que alguns jogadores chegaram a perguntar ao treinador se ele deixaria o Brinco de Ouro. Tamanha confusão gerou risos de Vadão durante a entrevista coletiva.
- Alguns me perguntaram se eu ia para o São Paulo. Eu não sabia se estavam torcendo para mim ou queriam que eu vazasse do time (risos) - afirmou o comandante, que descartou que o elenco dependa da atual comissão técnica para fazer sucesso na Série B.
- Se um dia eu sair, e isso não significa que eu estou indo embora, o treinador que chegar vai ter sucesso, porque o grupo é muito consciente.
O contrato de Vadão com o Guarani é válido até dezmebro deste ano, mas é grande a possibilidade de o técnico renovar e ficar por pelo menos mais um ano no clube. Recentemente, ele assumiu a coordenação das categorias de base e ajudará no processo de integração entre as categorias infantil, juvenil, juniores e profissional.
Em sua quarta passagem pelo Guarani, Vadão também já teve a experiência de dirigir o São Paulo. Em 2001, o técnico venceu o Torneio Rio-São Paulo (título inédito para o clube) e ficou famoso por revelar a safra de Kaká e Júlio Baptista. Eliminado da Copa do Brasil pelo Grêmio, foi demitido seis meses depois de iniciar o trabalho.
