
“Aos poucos estou entrando no ritmo do futebol brasileiro, conquistando a confiança dos meus companheiros e também do treinador. Vou seguir treinando forte para ir bem nos jogos”, afirmou o maestro tricolor. Em apenas duas rodadas do Brasileirão, Jadson foi mais efetivo do que em boa parte do Estadual e da Copa do Brasil: um gol, duas finalizações (média de uma por jogo), cinco dribles (média de 2,5 por partida) e 72 passes certos (média de 36 por duelo). Já durante a disputa Paulistão, as estatísticas mostravam outro camisa 10: menos participativo e sem brilho. Em 17 jogos, foram dez finalizações (0,5 por jogo), 13 dribles (média de 0,8 por jogo) e 424 passes certos (média de 25,2 por partida).
“Dia a dia, pouco a pouco, vou me soltando mais e me readaptando ao futebol brasileiro”, completou o meio-campista, que defendeu as cores do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, por sete temporadas. E, se não fosse pela falta de sorte, os números de Jadson poderiam ser ainda melhores. No último domingo, na vitória do São Paulo, por 1 a 0, sobre o Bahia, no Morumbi, o meia cobrou falta com perfeição. Porém, o goleiro Marcelo Lomba, da equipe baiana, se esticou todo e impediu que as redes balançassem.
“Quando eu vi a trajetória da bola, eu esperava o gol. O goleiro foi muito feliz em fazer aquela defesa. Vou continuar trabalhando para os próximos jogos eu poder marcar”, disse o camisa 10, que também poderia ter mais uma assistência na temporada. Também contra o Bahia, Jadson deixou o atacante Osvaldo na cara do gol. No entanto, o chute do camisa 17 parou na trave de Lomba.